Archive for the ‘web’ tag
sussa, o inverso de temso
Com certeza você já viu circulando por ai as imagens do meme “temso / tenso / tenço”. Portanto eu proponho o oposto, o SUSSA. Para começar a brincadeira, usei essa foto da Aleferreira com o Fugita em um momento delicado.
Enjoy.
porque twitter é melhor que e-mail
Como sempre vou embedar um CommonCraft legendado explicando o que é twitter. Os que já sabem o que é bom na vida podem pular essa parte.
Semana passada eu re-twittei Neil Gaimen – sim, @neilhimself , o autor preferido de meninas que lêem quadrinhos e caras que dizem que Quadrinhos é literatura sem nunca ter ouvido falar de Winsor McCay (calma, eu também adoro o cara). Ele dizia :
Para muitas pessoas a internet se resume a e-mail, portais, MSN e orkut. Os viciados em mídias sociais sabem muito bem disso e como isso é chato, pra não dizer triste. Há alguns meses, graças ao rodaviva, meu pai me perguntou o que era Twitter, algo que minha irmã teve dificuldade em explicar. Confesso que também não soube, não só pela complexidade mas também por minha inabilidade. A diferença é que mesmo não sabendo explicar, eu sinto porque o twitter é uma ferramenta valiosa, pessoal e profissional. Com esse post, pretendo exemplificar colocando-o frente a frente com o e-mail.
Conseguir um emprego / funcionário
Por quase uma década, e-mail foi uma ferramenta para contratação profissional Seja buscando um funcionário ou buscando um trabalho. De muito pouco me serviu. Consigo me lembrar de apenas um momento em que e-mail me rendeu fruto empregatício. Ano passado, @marcogomes twittou a busca por um funcionário (infelizmente não encontrei o twitt para mostrar aqui) – prontamente respondi e em cerca de duas semanas estava contratado.
Dar uma festa
Em meu aniversário de 2007 enviei e-mails para uma renca de gente com uma semana de antecedência. Cerca de 15 compareceram a meu aniversário e mais uma 10 responderam com desculpas. Em 2008 twittei uma festa-relâmpago a ocorrer no dia seguinte e 25 pessoas apareceram prontamente – muitas das quais acreditando se tratar do meu aniversário, o que não era o caso.
Atendimento ao consumidor
Também no final de 2008 reclamei de um bug no software blogo. Em menos de 15 minutos fui contactado pelos desenvolvedores em busca de uma solução para o problema.
Caçar freelas
Uma extensão do primeiro exemplo é o que me motivou a escrever este post. Procurando um redator, enviei e-mails para sites cujo texto eu tomo como referência para o serviço que quero contratar. Inqueri sobre quem havia feito os textos e se seria possível um contato para tal. Não recebi resposta alguma de qualquer um deles. Dois dias depois enviei e-mails para minha rede de contatos no mundo publicitário e de produtoras pedindo indicações. Até agora também nada. Hoje, dez minutos depois que marcogomes twittou o pedido eu recebi 12 e-mails. E eles continuam chegando.
Claro, há outros exemplos muito mais contundentes de como o twitter é uma ferramenta fantástica. Minutos depois de um avião cair no Rio Hudson, já havia uma foto e um twitt a respeito – muito antes de qualquer agência de notícias chegar ao local.
Esses exemplos compõe parte da minha humilde experiência, tenho outros, mas não quero ser redundante. Afinal, twitter não é sobre ser redundante ou encher linguiça, é sobre ir direto ao ponto e contar com seu poder de multiplicação e permeação. Obviamente há situações em que o e-mail ainda me serve muito bem, obrigado, mas devo dizer que o twitter tirou 70% do meu volume diário de e-mails. Aumentando a eficiência da minha comunicação.
Agora com licença que tenho toneladas de e-mails de redatores para ler e avaliar.
shareie bem para sharear sempre
Se você não sabe o que são termos como sharear (um jeito metido e idiota de dizer “compartilhar”), feeds, RSS ou GoogleReader, assista ao vídeo abaixo e em seguida continue lendo:
Uma das coisas que eu acho mais interessante no meu Reader são os ítens compartilhados. Especialmente quando estou muito ocupado, é uma ótima maneira de rapidamente relaxar e pensar em outra coisa sem ter que decidir sobre qual assunto quero ler no momento. Além disso, é um bom termômetro para saber quais assuntos andam bombando pela web e entre meus conhecidos. Fora que é uma ótima oportunidade para conhecer novos sites e blogs.
O problema é que nem todos sabem usar essa preciosa ferramenta corretamente. Confesso que já fui viciado em compartilhar feeds, mas depois de alguns toques de conhecidos creio que atingi um bom meio termo entre tagarela e mudo. Assim, vou passar algumas dicas do que considero ser um bom uso da função “share”:
1 – Compartilhe o que interessa aos outros
Essa é a regra mais importante de todas. Eu sei que grande parte da idéia de sharear é divulgar seus interesses, mas é preciso critério.
Se você é um filatelista doente não compartilhe posts falando sobre as tecnicalidades de uma série específica de selos, ninguém exceto outros filatelistas doentes estarão interessados. A não ser que você só tenha esse tipo de pessoa como contato no gReader, não adianta de nada. Ao invés disso compartilhe posts mais leves sobre o assunto, como imagens de belos selos, histórias interessantes ou mulheres nuas cobertas de selos (não achei nenhuma pra ilustrar este post, alguém topa posar?.
2 – Não compartilhe um site inteiro
Acontece muito com os novatos no universo GoogleReader. Se empolgam e começam a sharear tudo que encontram naquele site super legal. E devo dizer que é muito desagradável.
Shareie alguns posts do site que você gosta, sempre seguindo a regra acima. Se as pessoas gostarem muito do que foi compartilhado, irão entrar no site e assinar o feed elas mesmas.
3 – Diversifique os assuntos
Extensão da dica acima. Ainda que de blogs diferentes, mostrar sempre o mesmo assunto cansa e parece que você toca uma só nota. Não importa se é algo importante ou não, você vai parecer um chato e perder leitores.
4 – Share with note
Recurso sensacional que ou é sub-aproveitado ou mal-utilizado por muitas pessoas. Não perca a chance de fazer um comentário sobre o assunto do post se ele for algo importante, ou uma piada (engraçada!) se ele for cômico (voluntariamente ou não). Só não use a ferramenta para choramingar ou pagar de dono da verdade, como já vi.
Ela é especialmente útil em posts longos onde seus contatos podem desencanar de ler por preguiça.
5 – Cuidado com posts longos
Posts de texto não são um problema. Coloque seu note propagantístico e será um sucesso. Mas posts do tipo “50 posterês de cinema mais legais do século” são complicados. Mesmo sendo extremamente interessantes, são uma faca de dois gumes, pois podem ser um saco também. Afinal, demoram para carregar e ao tentar passar pra frente os feeds ficam “pulando” enquanto cada imagem é carregada – claro que há macetes para o usuário burlar isso, mas macetes também são um saco. Você gosta quando interferem na sua experiência na web? Eu não, e isso também vale para o Reader.
Não deixe de compartilhar se for muito legal, apenas tenha cuidado.
6 – GoogleReader não é seu blog
Essa resume as outras dicas combinadamente. Se você sente que precisa muito que outros leiam sobre determinado assunto, não seja o chato do Reader compartilhando e espalhando notes indiscriminadamente. Muito menos torre a paciência no twitter.
Monte um blog, lá sim você tem o espaço e recursos necessários para explorar o assunto sem parecer um chato. Convide os amigos a lerem e se eles gostarem, irão te assinar e, vejam só, te sharear.
FIM
Não tenho mais nada pra dizer, exceto que você deve compartilhar este humilde post, de preferência com nota.
tim berners-lee é um cylon
Seu modelo é o Number Five.
Aaron Doral - um dos primeiros modelos de Cylon descobertos pelo Comandante Adama.
Tim Berners-Lee – primeiro humano (?) a usar a web (e de fato inventá-la).
Cuidado, eles têm um plano!
fmafra no #rodaviva
Na próxima segunda-feira (22) estarei no programa Roda-Viva. Não, não estarei no centro do círculo sendo sabatinado, essa honra cabe ao ilustre delegado Protógenes Queiroz. Fui convidado para o posto de flickeiro e tirar fotos durante o programa.
Pra quem não sabe, o Roda-Viva está convidando twitteiros e flickeiros há algum tempo para colaborarem com o programa. Se você não sabe o que é twitter, segue uma explicação abaixo:
Acompanhe ao vivo pelo twitter acessando o perfil do Roda Viva, ou o search.twitter usando a tag “#rodaviva”. Se quiser contribuir pelo twitter, basta anexar a tag “#rodaviva” nas suas twittadas.
Fique de olho no meu flickr na segunda após as 21h. Se for possível irei também twittar. E para ver as fotos de todos, basta buscar por “rodaviva” por lá.
E se você não sabe o que é Roda-Viva não conte pra ninguém porque é vergonhoso.






