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lets get out of this country?
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I hope it does!!
monday, monday, monday
Depois de uma “week of hell” fui pra BH no feriado como uma decisão de ultima hora (que deveria ter sido a primeira decisão na verdade) e acabou sendo um feriado estranho, uma montanha russa de emoções praticamente.
Comentei com o André como a face de BH mudou para mim ao longo dos anos. Primeiro era o lugar onde eu passei minha adolescência, em seguida era só farra, depois namoro. E agora? Olho em volta e não vejo grandes chances de ser o lugar da farra de novo. Claro que ainda dá pra fazer farra, mas não de SER farra, se é que me entendem. Ainda é uma cidade que eu gosto muito, cheia de pessoas que eu adoro, tenho certeza de que algo será resolvido a esse respeito.
Já hoje foi um dia meio estranho. Pra começar que enquanto eu tomava um café com pão de queijo na rodoviária um passarinho pousou na minha mesa duas vezes. Na primeira dei um pedacinho de pão de queijo e ele voou feliz, da segunda tentei tirar uma foto com o celular, mas ele foi mais rápido e partiu.
E no fim do dia me entreti no metrô com uma criancinha simpática e brincalhona. Ajudou a tirar o stress das coisas que ficam batucando na minha cabeça. Fora o fato de que chegou aos meus ouvidos que alguém que já caiu muito no meu conceito andou falando o que não devia…
Para fechar, deixo essa letra fantástica das meninas Tegan & Sara. Mesmo elas sendo mais velhas, gostaria que fossem minhas filhas, só pra eu me orgulhar muito. A música encaixa bem, mas não sou eu que canta todos os versos:
This week or last week
I don’t really care about it anymore
I write myself this letter
I tell myself you let me go
Without me
What’s wrong with you?
Monday Monday Monday
Monday Monday Monday
Monday Monday Monday
Monday Monday Monday
Your house or mine
I don’t really care about it anymore
I close my eyes
I, I make myself unhappy so you’ll go
Without me
What’s wrong with you
Monday Monday Monday
Monday Monday Monday
Monday Monday Monday
Monday Monday Monday
Oh, and I
I say damn your mood swings
Damn your mood swings
Oh, and I
I say damn your mood swings
Damn your mood swings
I’m calling out
I don’t really care for your city anymore
I spend the night
I lay awake and miss you when you go
Without me
What’s wrong with you
Monday Monday Monday
Monday Monday Monday
Monday Monday Monday
Monday Monday Monday
Oh, and I
I say damn your mood swings
Oh, and I
I say damn your mood swings
Damn your mood swings
Oh, and I
I say damn your mood swings
Damn your mood swings
Oh, and I
I say damn your mood swings
Damn your mood swings
além da linha vermelha
No último feriado de nove de julho fiz uma pequena viagem ao estado do Rio de Janeiro. Eu e Guilherme rachamos as despesas da ida e depois eu me virei na volta, tudo embalado por Katrina, meu automóvel. Foi um feriado super família, com praticamente nada de turismo, embora os lugares visitados, principalmente Petrópolis (que eu nunca tinha visitado – onde os pais dele moram) valessem a pena.
Mas a viagem não foi livre de curiosidades, e isso com certeza tem alguma relação com o fato d’eu ter ido visitar o Bruno, sua mulher e filho.
Primeiro que a decisão de ir pro Rio, e de carro, foi feita na sexta-feira. Visto que os pneus não estavam em condições de enfrentar 1000km de estrada, providenciei a troca, balanceamento, alinhamento e cambagem na sexta. Como a DPaschoal é uma rede arcaica que não aceita cartão de crédito e meu salário ainda não tinha caído, tive que pagar com dinheiro da poupança, e agora estou me devendo (mas me permito parcelar). Ainda na sexta à noite, em uma curva leve da 23 de maio uma das calotas foi perdida por falta de colocar direito no lugar.
Como gastamos um tanque inteiro para chegar a Petrópolis, e lá a gasolina vem misturada com ouro, na hora de descer pro Rio colocamos apenas a quantidade necessária para tal. O resultado disso é que na hora de voltar pra SP na segunda, a reserva apitou no meio do túnel Rebouças, então tive que sair da via expressa antes de cair na Linha Vermelha. Aí desandou mesmo.
O lugar onde fui parar era basicamente um gigantesco cruzamento de vias expressas, com viadutos, saídas, curvas e rotatórias que não acabavam mais. Por fim acabei perto da rodoviária, um lugar desgraçado de feio, e depois de dar umas voltas sem sucesso pedi informações pra um funcionário aleatório da prefeitura, que simpaticamente me apontou pra um posto azul. Mas ao chegar, a surpresa: Era apenas de gás natural. Perguntando a um dos inúmeros taxistas presentes consegui a indicação da tão querida gasolina. Enquanto enchia o tanque, consegui direções para voltar à Linha Vermelha.
Feliz e contente (e um pouco afobado) procurando as placas de Linha Vermelha, percebi uma tarde demais, e por pouco não pego a saída seguinte, que na verdade me levaria à ponte Rio-Niterói. Por fim uma indicação conflitante: São Paulo para um lado, e Linha Vermelha para o outro. Como eu queria mesmo era voltar pra casa, mandei a Linha Vermelha pro raio que o parta e finalmente cheguei na Via Dutra.
Sendo que já eram mais de 16 horas quando finalmente estava onde queria, e na saída estava um trânsito digno de greve de metrô em SP, decidi aproveitar o máximo do pouco tempo de Sol que me restava e só fiz minha primeira parada bem depois da Serra das Araras.
Por fim cheguei em casa, cansado, torto, mas inteiro. Seis horas e vinte minutos do Leblon à Vila Mariana. Aguardo ansiosamente uma próxima oportunidade, mas sozinho de carro de novo, jamais.
Além disso tudo a bateria da minha câmera acabou e estava sem o carregador. Então só tenho fotos do carro e uma com os pais do Guilherme. E fiquei com o cinto que ele comprou pra namorada – pretendo usar, é de couro com rebites super rocker-style.
Algo a se notar: Tanto na chegada ao Rio quanto a SP, há placas indicando uma saída para Bonsucesso.
the game in rio
Bom, já escrevi meu super texto sobre o Rio, foi uma jogada meio arriscada no Overmundo, beirando um blog pessoal, vamos ver a receptividade, ainda mais com esse novo piso de 60 pontos para a publicação pode ser meu primeiro texto não publicado. Por mim beleza.
O feriado foi excelente, fora a parte do Rio em si, passar um tempo direto assim com a Ceci, o Bruno e o Gabriel foi ótimo. Logo que eu e a Mi chegamos já fomos botando a banca e mostrando pro afilhado quem é que manda, e ele está ótimo, muito risonho, brincalhão e receptivo.
Chegou ao ponto d’eu descer no prédio para brincar com ele sozinho. No meio da empreitada ele caiu feito uma pedra e desatou a chorar, daqueles choros com uma tomada de fôlego enorme e silenciosa, que assusta parecendo que a criança nunca mais vai respirar. Foi emocionante, ele chorou abraçado em mim e dali pra frente toda vez que ficava assustadinho ficava junto de mim. Já no final da estada, ele ter tentado chamar minha atenção repetidas vezes dizendo “tio” foi extra-fofo.
Como se isso não bastasse eu a Mi saímos com ele sozinhos pelas ruas e praia do Leblon, enquanto os pais da criança dormiam. E ele não deu trabalho em momento algum, até dormiu nos braços da Padrinha.
Pra variar fizemos uma comilança excelente, com uma nova versão da minha Salada Oriental. Só bobeei mesmo de não gravar um CD da Tigarah para ser a trilha sonora da viagem.



