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v – a série
Já que hoje o twitter não para de falar de “dia do orgulho nerd“, que nada mais é que uma apropriação canhestra do Towel Day adaptada para fãs de Matrix, vou entrar no bonde e falar de Ficção Científica. Na verdade, continuar falando, como os arquivos do blog podem mostrar. Quem tem mais de 26 anos e se diz nerd tem que lembrar de V, aquela série de TV sobre os Visitantes com “V” maiúsculo.
Na onda dos remakes, reboots, re-imaginações e ressacas de seriados e filmes antigos, V acaba de ser agraciado com um trailer – estrelando a gatinha brasileira do Firefly e o carinha do Party of Five que sonhava em ser o Tom Cruise do novo milênio:
Para os que não lembram ou não conheceram, V foram duas mini-séries e uma série de uma temporada dos anos 80. Com Michael Ironside e o cara que faz o Freddy, V contava a opressão e distopia trazida pelos Visitantes à Terra, numa óbvia alegora do nazismo. Pelo trailer, a pegada do remake parece ser a de manter o aspecto nazista, embora mais sutil, e injetar elementos religiosos, seguindo a onda de Battlestar Galactica.
Para ser sincero, eu era muito pequeno quando assistia ao seriado no SBT, em uma televisão pretro e branca de 4 polegadas, o que me impedia de ver o vermelho dos uniformes.
Mas era bastante impressionado pelo fato dos alienígenas serem na verdade lagartos gigantes com máscaras que comiam besouros e ratos – fato que algumas pessoas levaram a sério.
Sobre o trailer, o conceito tem potencial embora os atores não me empolguem e os efeitos pareçam pobres. Mas se parar para pensar, o original não estabeleceu padrões muito altos também:
tudo que aprendi na vida, aprendi com star trek
Em breve parto para a pré-estréia de Star Trek. E pretendo verbalizar minhas opiniões a respeito do filme por aqui. Mas antes, um post pessoal fazendo uma retrospectiva dessa franquia pop na minha vida. Para os aversos ou não escolados aviso que esse texto, embora faça inúmeras referências a franquia, não é sobre ela - é sobre minha relação com ela. Agora, se você é averso tanto a mim quanto a Star Trek, parem de ler agora.
Aos 13 ou 14 anos, eu tinha uma forte tendencia nerd. Diferentes amigos me apresentaram três importantes pilares educativos para seguir esse iluminado caminho: Quadrinhos, RPG e Star Trek. Enquanto RPG havia deixado uma marca leve até então, rapidamente peguei o embalo em Star Trek e quadrinhos de super-herói, embora sinceramente não tenha certeza de qual ocorreu primeiro.
Mas seja qual for, a presença de Star Trek foi chave. Já havia visto alguns episódios da série clássica dos anos 60 nas tardes da Record, e achava divertido. E tinha vagas lembranças de meu pai assitindo A Ira de Khan. Mas foi aí que um grande amigo me emprestou os então 6 filmes para o cinema. Em duas tardes assisti tudo. E fui fisgado. O futuro limpo e aventuresco, a tecnologia, as pessoas de diferentes origens contribuindo de diferentes maneiras para o objetivo comum – tudo aquilo me fascinava, achava de uma imaginação incrível.
Poucos meses depois me mudei de cidade, e em um lugar desconhecido, lutando para fazer amigos, muitas das minhas tardes eram preenchidas por Kirk, Picard e seus respectivos amigos. E foi graças a eles, e minha coleção de naves de montar, que conheci vários outros amigos, com gostos semelhantes, que me puxaram ainda mais para o lado nerd da força.
Longas discussões sobre se a Enterprise conseguiria derrotar um Battlecruiser, noites em claro jogando jogos de tabuleiro e RPGs. Mais quadrinhos, mais filmes e seriados de Star Trek e outras ficções científicas ou não. Bons tempos. Os mesmos amigos depois cresceram comigo, muitos deles mantenho contato até hoje e são grandes companheiros de vida. Todos nós tivemos a nerdice diluida na míriade de influências que tomou conta de nossas vidas desde então, mas o coração de cada um ainda guarda enorme espaço para essas paixões seminais.
O tempo passou e Star Trek foi tendo cada vez menos lugar na minha mente. Outras influências culturais, educativas e sociais foram permeando e empurrando Star Trek para o escanteio – sequer assisti os seriados de Voyager ou Enterprise
por inteiro; e pensando bem, provavelmente nem vi tudo de A Nova Geração
. Meu gosto por tecnologia e ciência continuou. Trabalho com tecnologia e embora eu não seja cientista, o assunto me interessa muito, e tendo a usar um approach científico para a tomada de decisões. Sendo um designer, sempre fujo de colocações qualitativas como “gostei” ou “porque quero” em troca de argumentações lógicas. Independente do seu ramo, enxergo como uma maneira muito mais válida de enxergar seu trabalho.
Culturalmente continuei apreciando Fantasia e Ficção-Científica, mesmo que com uma frequência menor. Meu gosto por um drama bem escrito aumentou, e passei a buscar essas qualidades em todos os gêneros. O que me levou ao meu favorito atual: Battlestar Galactica - uma série que ao meu ver pegou a tocha de reflexão abandonada por Star Trek há muito. Ter um contato menor com a pureza de Star Trek, creio que aumentou meu grau de cinismo com relação ao mundo; o que considero saudável. Sempre que retorno a Star Trek acabo por buscar os momentos em que a série trancende seus padrões filosóficos e dramáticos e mostra um brilho diferente (poderia listá-los, mas não o farei).
A mensagem mais difundida de Star Trek, com seu futuro utópico, de que existe esperança para a humanidade, já não faz efeito em mim – afinal eu vejo notícias. O que Star Trek ajudou a incutir em mim, e que considero valores importantes, foram a curiosidade e a tolerância. Dois pontos chaves para tentar entender o mundo e os indivíduos a sua volta. Mesmo que você não concorde e mesmo tente dissuadí-los de seus caminhos, você consegue compreender de onde esse caminho surgiu. Ao meu entender, sem esses dois sentimentos você não chega na visão utópica. Enquanto o tema de Star Wars é o crescimento pessoal, Star Trek fala do crescimento da raça humana.
Não é uma questão de dar as mãos e sermos felizes. Ser politicamente correto, além de não ter graça, só abafa as diferenças, não as agrega. É preciso entender que por trás da convivência existe um trabalho duro e muita paciência. A utopia não é onde todos são iguais, é onde entendemos que não somos todos iguais, e não devemos ser. Da maneira que minha vida se desenrolou, ter assistido Star Trek me colocou no caminho certo para conhecer as pessoas certas na hora certa. Pessoas que me abriram os olhos muito mais do que qualquer seriado.
Star Trek tem sim uma certa ingenuidade por achar que a unificação da humanidade é inevitável e a partir daí, inabalável. Por isso que minha encarnação preferida da franquia é Deep Space Nine. Pois ela conseguiu balancear bem a vontade da utopia e as dificuldades que os indivíduos impõe para atingir este nobre objetivo.
Todos temos defeitos, e é preciso saber lidar com eles para o nosso bem e o bem maior. Assim como Deep Space Nine, o sexto filme para o cinema, A Terra Desconhecida, toca nesses assuntos. É o último filme reunindo toda a chamada tripulação Clássica, que decidi assistir novamente no último fim de semana como fechar o círculo antes do filme de JJ Abrams. Nele, vemos os personagens lutando para não se tornarem obsoletos – uma luta da própria franquia – senhores, e uma senhora, de idade tentando olhar além de seus preconceitos e enxergar o que há de comum entre eles e seus inimigos mortais de décadas. Não porque é o certo, mas porque é assim que se sobrevive. Teorizo que Kirk e seus amigos enfrentam seu maior desafio até então, pois a ameaça não se trata de uma nave ou entidade que pode ser dispensada com o apertar de alguns botões, mas sim a mudança, pura e simplesmente.
E a mudança não pode ser impedida, ela pode ser moldada, para o melhor ou para o pior. Assim como nos nossos tempos atuais de crise.
De longe não estou dizendo que para ter esses sentimentos de desbravamento e tolerância é necessário assistir Star Trek. Há muitas outras fontes, mais nobres e menos estapafúrdias. Mas para mim, esse universo veio no tempo certo. Aquela época em que absorvemos muita informação, seja ela qual for, que nos achamos invencíveis e donos da verdade. Ajudou tanto a entender que existe um vasto e desconhecido universo a minha volta, para o qual a humanidade não faz a menor diferença – me colocando num paradoxo: por um lado me deixou humilde, por outro metido a besta por achar que entendia mais que os outros (que trouxa).
Star Trek foi um acerto pra mim. E espero que JJ Abrams seja um acerto para Star Trek, empurrando a franquia um passo adiante, colocando-a como algo de vanguarda novamente – pois bem sabem os fãs abalisados que ela precisa. Provavelmente não me sentirei inspirado como já me senti antes, apesar de tolerante, ainda sou bastante cínico, sarcástico e descrente.
E assim seguimos, com muito mais a aprender com nossas derrotas e vitórias. Mesmo que o presente não nos permita ver a utopia, podemos continuar lutando por ela. Afinal, só assim vamos atingir a fronteira final; onde nenhum homem, ninguém, jamais esteve.
PS: O título é uma piada corrente entre Trekkers/Trekkies (mais uma diferenciação inútil) e é uma paráfrase do título deste livro.
the nerd is dead
NOTA: Comecei esse texto como uma reflexão sobre minha relação com Star Trek. Mas ele acabou tomando outra forma, embora ainda bastante relacionada. O texto sobre Star Trek e eu virá em breve. Mas por enquanto fiquem com essa elocubração que venho mastigando a algum tempo, sobre como creio que o sentido da palavra nerd se perdeu nos dias de hoje.

Creio firmemente que nerds e geeks são conceitos completamente perdidos nos dias de hoje. Por questões práticas usarei apenas o termo nerd para significar ambos e dispensar o longo e estúpido debate de qual é a diferença. Hoje em dia não se passa um dia sem que alguém bata no peito declarando ser nerd, ou uma semana sem que algum veículo grande de mídia mencione o assunto de uma forma ou de outra. Basicamente, para ser nerd hoje basta gostar qualquer seriado que tenha algo de sobrenatural/tecnologico e passar muito tempo conversando com pessoas no computador. Convenhamos, todos que trabalha em um escritório passa a maior parte do tempo conversando com pessoas por um computador, a partir daí basta chegar em casa e ligar no Sony ou Warner. Pronto, temos um “nerd”.
Não ao meu ver. Creio em outra definição, alinhada ao significado original de Otaku: Alguém extremamente dedicado, muitas vezes cegamente, a um punhado de atividades. Sejam elas envolvidas com seu trabalho, seu gosto em cultura popular ou hobby – de empilhadeiras a cantoras pop pré-fabricadas tipo Britney Spears. Exemplos clássicos de figuras assim seriam Leonardo da Vinci
, Isaac Newton, Steve Wozniak e um punhado serial killers. E hoje em dia, com uma pessoa famosa por semana, são poucos aqueles que realmente se dedicam a algo.
O final dos anos 90 marcou um grande declinio na população nerd clássica. A proliferação da tecnologia e facilidade de acesso a informação fez com que o conceito abrisse as pernas e passasse a incluir toda a gama de nerdices que temos hoje. Ao ponto de que declarar-se nerd chega a ser cool. Bem, se é cool, não pode ser nerd. Ainda existem true nerds por aí, mas raramente ouvimos falar deles. E porquê? Eles não gostam de atenção. Nerds gostam de sua dedicação e dos universos que criam em volta delas, são aversos a interferências externas. Não gostam da mídia fazendo circo em volta deles.
Como parte desse novo formato do conceito de nerd, os frutos da cultura pop considerados extremamente nerds passaram a tomar uma nova faceta também. Como declarar-se nerd, elas também passaram a ser cool. Seriados de dedicação extrema e trama intrincada como Lost, Star Wars
, Senhor dos Anéis
e Super-heróis; todos se tornaram mega super sucessos e verdadeiras manias sem fim. Jogos de RPG deixaram de significar um bando de adolescentes espinhudos reunidos em uma mesa na madrugada para ser um gênero de video-game altamente lucrativo. Antigas franquias de ficção-científica ganharam nova roupagem, como Speed Racer
, o já mencionado Star Wars, Terminator
, Battlestar Galactica
, Super Máquina, Mulher Biônica
e vários outros – independente do grau de sucesso original.
Claro que muitos dos exemplos que dei foram de fato bem sucedidos no passado, caso contrário não teriam durado tanto no imaginário popular. Mas não havia a opinião generalizada de que Obi-Wan Kenobi, além de assunto nerd, era um cara super cool. Muitas pessoas admitiam que gostavam de “coisas de nerd” apenas em lugares fechados e de pouco acesso, jamais batendo no peito e gritando por aí. Os nerds se guardavam para si.
De maneira nenhuma eu acho que tudo tenha que parar e precisamos dar uma freada. Embora aquele cara gorducho de camisa-azul clara e protetor de bolso, que trabalha com mainframes em um porão e tem uma coleção de bonecos do Optimus Prime, deve ter tido um enfarto ao ver o filme dos Transformers. Que venha mais e mais, mas com qualidade, por favor, não me façam assistir Elektra. Eu só enxergo que tudo isso, simplesmente deixou de ser nerd.
Me parece que estou me comportando como uma metalinguagem humana. Sendo um nerd a respeito do termo nerd. Mas isso está além do meu controle. Está na hora de aceitar que o termo se perdeu, e nada mais será como antes. O futuro já chegou. Como disse uma vez, a realidade atual é cyberpunk. Por isso, passarei a usar o termo Otaku, que apesar de distorcido no ocidente para significar o “nerd de anime”, ainda não é tão difundido – pelo menos até eu bolar um nome melhor, e bem obscuro – coisa de nerd.
caprica
Battlestar Galactica acabou, mas nem tanto. Como as modelos gostosonas que povoavam o seriado, tudo que é bom tem que voltar. Portanto, depois de um download acabo de ver o renascimento da série na forma de Caprica.
Caprica é na verdade a mamãe de BSG. E pode ser uma boa oportunidade para os que sempre foram curiosos sobre Galactica mas têm medo de naves estelares experimentarem um pouco desse universo. O piloto de uma hora e meia acaba de sair nos EUA e vazou na internet há algumas semanas. A temporada de 13 episódios deve estrear ainda esse ano.
O tom realmente é outro, foram-se os corredores claustrofóbicos e os atores vestidos em trapos suados e uniformes pomposos. Entram homens elegantes de sobretudo, chapéu e luvas, andando por ai em carros e jogando “tênis do futuro”. A cena mais bombástica em Caprica é de fato a explosão de uma bomba, que dá partida na trama. Trama que é de fato um drama familiar, com dois chefes de família em conflito tentando cada um a sua maneira lidar com a perda.
Ao contrário das diferentes encarnações de Star Trek ou CSI, que se contentam em habitar o mesmo universo contando histórias totalmente paralelas com raros momentos de ligação, Caprica tem dois pontos na trama que fortemente a conectam à BSG: Um dos motes da série é mostrar a origem dos Cylons, os robôs cromados impiedosos que os humanos enfrentam. O outro é a vida e obra de Joseph Adama, advogado lendário mencionado inúmeras vezes durante BSG por seu filho William Adama.
Ao ver o trailer e algumas cenas confesso que fiquei com receio da série ser adolescente demais. Tipo Caprica 9020. Fico aliviado em dizer que não, os pilares são mesmo Joe “Adams” e David Greystone e seu dramalhão temperado com tecnologia. Para os que não viram BSG, não há surpresas. Para os fãs, há muitas, especialmente em se tratando de tecnologias avançadas proeminentes e preconceitos mais arraigados.
Caprica me parece irá mostrar não apenas a ascenção dos Cylons, mas também a transição para uma era de certa rejeição tecnológica em favor de uma maior integração entre humanos. Em termos temáticos, a série pega bem mais pesado nas questões religiosas e mostra a ponta de um iceberg existencialista. O transhumanismo é um assunto central nesse episódio piloto.
Ao final, você já tem algumas respostas para fãs de BSG e diversas possibilidades para uma série. Os autores e produtores fizeram um bom trabalho inserindo novos elementos, que têm potencial para tornar Caprica uma série por mérito próprio e não apenas um sidekick de Galactica.
yes we can dream a dream
Como o Kramer, sempre fui um ideas man. E como ele também, geralmente minhas idéias são furadas. Gosto de pensar que algumas delas são boas, mas nem sempre vão pra frente por falta de recursos, motivação ou pura procastinação. Ou talvez eu apenas sinta prazer em ter idéias e não em executá-las.
A mania da semana, Susan Boyle entra nesse tema. Infelizmente o YouTube bloqueou os embeds de praticamente todos os vídeos dela, portanto vou linkar aqui o mais completo que encontrei (e em HQ). Para compensar, posto abaixo o vídeo de Paul Pott cantando Puccini, que teve o mesmo reconhecimento que Susan no ano passado:
As histórias de Susan e de Paul são mesmo de deixar o coração quentinho. E ouví-los abrir a boca é de arrepiar e até mesmo de chorar. Não pela beleza da voz em si, mas pelo momento em que ela se apresenta. Não vou discorrer aqui sobre detalhes específicos das vidas deles pré e pós “Brittain’s Got Talent”, basta dizer que são gente comum, de vida simples mas que dentro de si guardavam algo extraordinário e finalmente tiveram a chance de mostrar. Mesmo que semana que vem ninguém mais se lembre de Susan, ela teve um grande momento que ninguém pode negar, e que sem dúvida ela jamais irá esquecer.
Isso casa bem com essa nova era do positivismo altamente explorada pelo Obama. E se relaciona também com meu post anterior. Pode parecer uma antagonia, mas não é. Pense na quantidade de Susan Boyles que existem por aí, pessoas talentosas ou com idéias brilhantes mas que não esbarram em uma chance por qualquer motivo que seja. O mundo é um lugar mais triste por isso. É por isso que cisnes negros como esse empolgam-nos tanto, não pela raridade do talento, mas pela raridade da glória.
Fama barata está a cada esquina. Todo dia reclamamos de alguém que é famoso desmerecidamente. Fama por conquista está cada vez mais difícil. Parafraseando Tyler Durden no Clube da Luta: “somos criados para acreditar que seremos estrelas de cinema, mas não vai acontecer”. Não precisamos ser estrelas de cinema ou Susan Boyle para sentirmos a glória. Ter o sonho validado por outro é quase tão bom quanto realizá-lo.
A lição aqui não é buscar a fama, mas sim partilhar o talento. Com quem for possível, como for possível. Assim andamos para frente. Mesmo com minha alta dose de cinismo, partilho pensamentos pela internet afora, e volta e meia alguém acha interessante ou útil, e é isso que me motiva a continuar nesse “melting pot”. É isso que entendo por “yes we can” – individual ou coletivamente, podemos ter nosso momento Susan Boyle.












