Archive for the ‘turismo’ tag
the model
um pequeno relato das aventuras com a Aline em SP.
- DJ Club no sábado à noite com a Camila e a Letícia. Teve uma banda medonha e uma banda legal; no geral balada média, voltamos cedo pq td mundo tava cansado.
- Mini HardcoreDowntown com um bando de pessoas que estavam na mesma excurção que ela. Indo de perto da praça da república até a Liberdade.
- No caminho paramos na Sé e testemunhamos algum evento católico importante que eu não consegui identificar o que era.
- Rolê na Liberty e um desencontro forte com o Marcos, a Débora, o Ricardo e a Michelle que estavam na Liberdade almoçando no Sukyaki House. Mas pelo menos consegui espiar um pedaço do campeonato de Sumô e comer na feirinha.
- No metrô uma menina de BH, a Rita, derruba minha caixinha de óculos no trilho. Pela primeira vez recorro aos serviços da famosa SSO. Pra não perder a peça a gente larga a Rita sozinha lah esperando o tiozinho que ia pescar a caixinha.
- Piratas do Tietê: O Filme Essa é a peça que nós assistimos. Chegamos no limite pra pegar ingresso e entrar na fila. Boa peça, mas podia ter mais quadrinhos e também podiam ter encaixado melhor as performances circenses com a história. Com mil hemorróidas de baleia!
- Omnibus e chegamos na Oca pra ver a exposição chinesa. Muito louca, várias coisas de cair o queixo. E ainda por cima localizei uma História em Quadrinhos lá! Alguém mais viu?
- Depois enrolei um pouco lá no estacionamento da Bienal; é importante ressaltar que começou a ter um movimento de chegada e circulação de carros que eu estava achando muito peculiar, até que vi algumas figurinhas de baby look masculina e descobri que estava no meio do infame autorama! Fui pra casa à pé.
Não fosse pelos Piratas domingo teria sido um dia totalmente Ocidente encontra o Oriente.
Tiramos umas fotos, depois de reveladas vou colocar aqui ou no MafraScan.
God Knows I’m Miserable Now
Provavelmente já reclamei disso aqui, mas vou registrar novamente meu protesto: o pessoal de BH é um bando de tratantes!Gasto e gasto meu verbo chamando todos pra virem a SP, dar um rolê na megalópole, participar de um HARDCORE Downtown, entender o conceito de Balada e tudo mais. E sempre falam “é, vou sim.” “um dia to lá.” “vai ser doido!” e NUNCA vêm. Depois falam que paulista convida mas num dá o endereço, meu endereço num é segredo pros meus amigos, só não vou publicá-lo aqui por motivos de segurança ;D. Minha casa está sempre aberta à visitas.
OK, ok, o André é um visitante recorrente; o Bruno, a Gabi (à milênios) e a Isabela já vieram aqui; e o Pedro vira e mexe cai em SP. Mas são eventos isolados considerando as tantas outras pessoas q nunca apareceram por aqui desde que convidei.
O maior exemplo foi agora no carnaval. Sabendo que ficaria por aqui, num sentimento Vanilla Sky de cidade vazia; logo convidei todos para virem aqui desfrutar da minha casa que também estaria vazia. Ouvi alguns “opa, talvez role!” e diversos sonoros “nãos” com desculpas do tipo “to com pouca grana” ou “tenho num sei o que pra fazer”. Pois bem, agora que a data chegou, começam a chegar as informações de que todos eles estão indo sim viajar, e, pela zilhonésima vez, para lugares como RJ, ES (que de acordo com o Nisfer não existe
ou interior de Minas.
Poxa, dá pra ficar de graça nesses lugares?! Não sabia!
Eu tenho cara de trouxa? Devo ter mesmo. Porra, SP é muito legal, e quero partilhar isso com as pessoas que eu acho que são muito legais, mas elas parecem não achar o mesmo da minha cidade, ou de mim; ou dos dois. Eu sempre vou pra BH encontrar com o povo, me divirto, lá é um lugar gostoso, mas seria legal interagir com eles em outros ambientes, a começar pelo meu habitat natural.
Esse tipo de coisa é desanimadora. Faz vc pensar o quanto essas pessoas realmente gostam de vc e o quanto elas estão apenas fazendo sala. Dá vontade de desistir de tudo, das viagens à BH, dos telefonemas ocasionais e em aniversários, dos e-mails e das clássicas cartas.
Morrisey tem muita razão em dizer
Oh, why do I give valuable time
to people who don’t care if I
live or if I die
as vezes tenho a impressão de que elas são todas as pessoas do mundo. Como vou atingir meus 15 minutos se eles não ligam?