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i love you golden blue
a grande virada mikada
Estava ciente da Virada Cultural desde quinta-feira, mas não pesquisei o assunto até depois que ela já tinha começado (18:00 de ontem). E foi então que achei aquilo que me empolgou total de participar, uma peça chamada A Raposa, o Monge e o Mikado dos Sonhos, baseada no Dream Hunters do Sandman, que começaria à 1:30 da manhã.
Continuei caçando companhia até que a Aline topou ir comigo. Como eu tinha que ir na peça de qualquer maneira, não me importei com o que faria no resto do tempo lá e não fiz muito cú doce, portanto quando encontrei com ela e um bando de amigos dela, topei ir num show de hip hop. Vou dizer que me diverti, não sei porra nenhuma de hip hop, mas de vez em quando esbarro em umas músicas realmente legais, e o evento lá era real, não era hip hop da MTV. Perifa na veia, mano! Tirei até umas fotos, confiram o flickr.
Então andamos um bocado até chegar no Casarão, onde rolaria a peça. CANCELADA pelo grupo teatral. Que grande saco de merda. Desse ponto em diante nada mais me importava e acabei seguindo por inércia, devia mesmo ter ido pra casa.
Acabamos vendo uma apresentação teatral na Ladeira da Memória, que na verdade nem era teatro, eram uns sketches de comédia, com humor mediano.
Valeu por ter conferido essa manifestação de disposição cultural, ver gente andando pela madrugada no centrão, ainda mais depois dos ataques da semana passada. Tivesse eu me programado melhor, e até mesmo ido sozinho de bicicleta, teria me divertido mais. Inclusive, na próxima, se a Mi não vier pra cá, vou conferir de bicicleta, em constante movimento.
2001 going on 2006
2001 going on 2006
A vida anda bem chatinha mesmo. Poucas coisas boas (mesmo que muito boas) e muitas coisas chatas.
No post “happiness” de alguns meses atrás eu falava de estar perto de um sonho, que eu mal sabia existir. Na forma de um projeto secreto acadêmico. Pois então, ele não foi concretizado….
… ainda!
Hoje encontrei uma pessoa que é peça-chave nesse empreendimento. A empolgação é bem menor agora, mas é inversalmente proporcional ao tempo que tenho para ir atrás disso. Hoje foi o primeiro grande passo da segunda tentativa. E vamos lá.
Depois dei uma voltinha na paulista e acabei comprando THX 1138. E me inscrevi pra ver se trabalho na 2001. As coisas andam muito ruins mesmo no meu campo profissional, num tem como esconder. Eu queria ter tentado trabalhar lá faz uns 2 anos, mas fiquei com medo, isso mesmo, medo. Pois sabia que seria aloprado por trabalhar num lugar fora da área. Pois agora estou pouco me lixando. Preciso de dinheiro, preciso de ocupação. Enquanto outras coisas não vingam, entro nessa onda. Mas nem selecionado eu fui, calma também, só preenchi uma fichinha. Ando preenchendo alguns formulários, de diferentes naipes. Vamos ver no que dá.
E vendo no que dá acabei esbarrando com a Alice, que era da Belas Artes e trabalhou comigo na Correia & Melo. Papo bom, talvez brote um novo freela disso ai. Estou torcendo.
happiness
Atualmente, fora outras coisas que sou obrigado a considerar menores (não em quantidade de trabalho ou urgência), estou engajado em duas coisas que me são muito importantes e também trabalhosas.
Uma delas é o curta que estou fazendo junto com o Marcos, que conta com a Elisa e o Nisfer como estrelas
Ontem foi o primeiro dia de gravação e foi o dia que rodamos as cenas mais complicadas, justamente pro caso de problemas, temos mais dias para consertar. E todas deram certo! Fantástico. Conseguimos umas tomadas muito legais mesmo! Não vejo a hora de completar a filmagem e começar a editar.
A outra é um projeto acadêmico secreto do qual apenas algumas pessoas-chave tem conhecimento. São pessoas que meio que recrutei pra me socorrer nos meus (vários) momentos de ignorância perante diversos assuntos. Mas felizmente ninguém até agora reclamou da minha persistência (talvez a tenham considerado positiva) e vários amigos, colegas e parentes têm me ajudado, e até mesmo completos estranhos, discutindo idéias comigo; criticando alguns pontos que levanto e dando dicas de como abordar certas coisas, que pessoas procurar e que livros buscar.
No caso do filme, acredito em compartilhar os sacrifícios e os louros (se vierem, e espero que venham) e não há questão de que é um esforço coletivo; todos trabalham para que o filme seja bom, assim beneficiando e satisfazendo a todos. Já no projeto acadêmico, eu é que vou sair ganhando, não há dúvida, ao menos diretamente, e por isso mesmo é que fico duplamente feliz com o apoio que estou recebendo, o que essas pessoas vão receber de volta é minha eterna gratidão e quaisquer outros benefícios vindouros que isso possa proporcionar (e espero que realmente possa).
Isso provavelmente é o mais próximo que já cheguei de sequer ter um sonho, quanto mais realizá-lo; e ver que pessoas se dispõe a fazê-lo dar certo me deixa ainda mais determinado a atingí-lo. Boas chances de que ele não seja concretizado existem, mas e daí? Indo atrás tenho mais chances do que nenhuma. Conseguindo ou não, todos os que ao menos me ouviram a respeito serão sempre considerados nobres e honrados no Mafra Hall of Fame, gente que espero poder retribuir ao menos em um décimo de gratificação.
capturing the friedmans
Fui ver esse filme na sexta com a Myiuki e a bb_keywords = "rj"; bb_bid = "497"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";

