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apropriações
Algumas idéias acabam de converger. Ao mesmo tempo que mostro pra vocês esse anúncio da Vulva um amigo meu me mandou algumas idéias de camiseta que ele teve.
Uma delas dizia “você iPode” com um desenho de um iPod do lado. Falei na hora que achei babaca. É o típico comportamento de applemaníaco, aquele que se acha superior porque se masturba diante de um MacBook Grill e depois anda pela rua com aqueles fones brancos como se emanasse uma aura de santo que o protege de trombadinhas.
Isso acabou unindo com uma conversa que tive com o chefe essa semana, estávamos falando sobre vírus, foi algo assim:
“Mac não pega vírus”
Também, quem vai querer infectar Mac? A DreamWorks pra atrasar o próximo filme da Pixar?
“Que isso? Vai atingir a nata da sociedade!”
Nossa, se mata!
Sinceramente, desde quando comprar alguma coisa te torna superior aos outros? Beleza, você tem uma BMW, mas é da máfia dos sanguessugas, seu cu! Criar alguma coisa te torna superior, e de preferência algo que não crie sentimentos de animosidade (como um Mac).
Voltando. Algumas outras camisetas eram variações de apropriação de marca da Apple (tipo pear, strawberry, e etc com desenhos de frutas mordidas correspondentes). Hmmm, certo, ok, haha, mas e aí?
Eu honestamente acho que essas brincadeiras com marca já cansaram, na galeria do rock e está lotado disso, a piada já foi. Uma vez eu pensei em Pinapple, logo no começo da faculdade, algum tempo depois houve uma palestra do “Elesbão e Aroldinho” (uma dupla de designers cariocas) e eles tinham feito exatamente o que eu imaginei. No fim das contas acaba virando um exercício de photoshop/illustrator e só. É uma piadinha de 2 segundos que na verdade alguém com certeza já pensou, já fez e já ganhou 15 pratas com isso. Você dá uma risadinha e segue em frente.
Quando comecei a moddie nunca pensei em fazer esse tipo de coisa. Queria algo que estimulasse conversa. Com uma camiseta escrito iPode você no máximo (ou mínimo?) começa uma briga.
A Vulva é uma piada de cinco minutos mesmo. Está num concurso disso! Jamais colocaria ela numa camiseta. Mas quem fizer isso e eu ver, vai apanhar!

esses são os mais bobos
just like honey
Falarei em defesa do lindíssimo Encontros e Desencontros (Lost in Translation). Já falei o quanto gostei do filme aqui antes, e agora falarei um pouco mais sobre alguns aspectos (acrescendo que revi o filme recentemente com meus colegas da aula de Estudos Culturais na ECA e que a partir dele tivemos uma discussão sobre globalização).
Meu ponto principal é: Qual o problema das pessoas que dizem que o filme fica atacando a cultura japonesa? Já ouvi esse papo mais de uma vez e vou dizer que é papo de gente chorona. Em vários momentos vemos algumas esquisitices nipônicas sim, e Bob Harris (o personagem de Bill Murray) também dá algumas alfinetadas extras. Mas qual é o problema? O personagem do cara não é livre para ser maldoso? Não é justamente o sarcasmo e ironia dele que tantos gostam? E mais, vai me dizer que a sociedade Japonesa é perfeita? Não há nada de cômico em nada do que os japoneses fazem ou produzem? Claro que há! Existe isso em toda cultura, e é mais cômico ainda achar que não. Eu adoro o Japão e a cultura japonesa, mas nem por isso deixo de notar algumas coisas que fogem do meu padrão, o que também não significa que elas estejam de todo erradas. É claro que quando se vai para um pais tão fisicamente distante, e onde não se fala patavinas da língua, você se sentirá o maior alienígena do planeta, porque simplesmente você o é; isso não torna você ou as pessoas daquele país melhores ou piores, apenas realçam-se as diferenças, e acho que isso é bem mostrado no filme. E, ainda por cima, o filme retrata bem justamente o que discutimos nas aulas, os efeitos da globalização.
E outro ponto é: Falta de história. Pessoas reclamam de falta de história no filme. Bem, eu digo ele tem muito mais história do que o interminável Pearl Harbour (com “u” mesmo, viva a Britânia – aliás um ótimo exemplo de como a cultura de um pais, de novo o Japão, pode ser estereotipada e caricaturizada negativamente em um filme). Uma coisa muito importante é compreender a estrutura básica de roteiro hollywoodiana, que segue a chamada “trajetória do herói” (pessoalmente não concordo com a utilização desse termo para algo tão limitante quanto essa estrutura, mas quem sou eu?) e ela segue assim: Primeiro ato (apresentação dos personagens) – 1º plot point (um problema a ser solucionado pelos personagens) – Segundo ato (inicio da resolução do problema) – 2º plot point (um problema inesperado) – Terceiro ato (conclusão, onde a resolução do 2º problema se mostra eficiente para resolver também o primeiro e todos vivem felizes para sempre).
Existem pequenas variações nessa porcaria mas a idéia é essa. Existem bons filmes que usam essa estrutura, mas a maioria varia entre médio e grande saco de merda. Encontros não segue essa estrutura. Não vou aqui contar o filme. O equívoco de achar que todo filme feito por americanos é holywoodiano contribui ainda mais para uma interpretação totalmente equivocada de Encontros. É um ótimo filme que fala de vários problemas em diferentes camadas, diz a que veio e cumpre o que promete.

run fay run
Eu acredito, e não sou o único, que uma obra é reflete o local e período de tempo em que foi feita. Isso é ÓBVIO. Por isso sou contra coisas como Edição “Especial” de Star Wars e de ET, em que ficam re-editando o filme pra acabar com o ritmo, acrescentando robos que passam na frente da câmera ou substituindo armas por walkie-talkies. Viva South Park por perceber e saber tirar sarro dessa situação que ao meu ver é ridícula. Imagine se Picasso, ao final de sua vida, olhasse para algumas de suas telas da fase azul e resolvesse que precisava dar mais umas pinceladas, torná-las “especiais”?
E daí que os realizadores de tais obras mudaram? A obra é conseqüência daquele ponto no tempo; é óbvio que ninguém faria a mesma coisa exatamente igual duas vezes. Todo dia vemos pessoas comentando como teriam feito algo diferente na vida, que tratariam tal pessoa melhor, ou que não teriam comprado tal coisa, etc. O mesmo vale para suas realizações. É uma ilusão você achar que suas criações vão refletir aquilo que você é em um sentido monolítico e imutável da coisa, as idéias e as influências estão em constante estado de fluxo.
Falo isso tudo por conta de um e-mail que recebi ontem, que comentava um texto meu pulicado no 6horas e meia]. O zine já acabou faz mais ou menos um ano, e vários dos números se perderam na putaria que o HPG aprontou, mas esse texto foi minha segunda colaboração, eu nem era colunista regular na época. E algumas coisas nele eu mudaria, apenas melhoraria algumas frases e corrigiria alguns erros (isso mesmo, encontrei erros de português); mas não o farei. A questão é que o e-mail, provavelmente de uma garota de 13 anos, me divertiu demais, portanto decidi re-publicar a crônica aqui, sem modificações e o e-mail da tal garota (que creio chamar Marina, embora estivesse usando o e-mail da Carlinha) em seguida.
enjoy…
vestir preto no reveillon
Quando uma criança cresce, e passa pela “aborrecência”, a necessidade de encontrar modelos de comportamento, grupos e crenças em que se apoiar se torna presente. Não que esse tipo de busca parta mais tarde na vida, ela continua lá, mas é nessa época da vida que as coisas começam, e é geralmente a época de maior fervor.
Acreditar em um ideal é importante e realmente ajuda a nos moldar. Mas devo dizer que nunca tive um ideal, eu sou um convico não-idealista. Pra que? Não tenho nada que me apele tanto. Claro que alguns movimentos tem minha simpatia, com algumas reservas, mas não por isso vestiria a camisa. Pensei em ajudar o Greenpeace, mas eu sou totalmente a favor de clonagem, pesquisa em células tronco, transgênicos e provavelmente algumas outras coisas que eles não simpatizam muito.
Na verdade pode-se dizer que eu apoio a evolução. Não no sentido Darwin da coisa (não que eu seja criacionista também), mas o sentido amplo. Sou a favor de algo que nos leve à frente, que nunca foi feito antes, literalmente audaciosamente indo onde ninguém jamais esteve. Não vamos conseguir isso segurando a pesquisa pura e o progresso subseqüente, isso era feito na época da inquisição, e olha que maravilha que era o mundo: doenças, intolerância, execuções e progresso praticamente estagnado. Não me refiro apenas em larga escala, em tecnologia, em conquistas interplanetárias ou manipulações biológicas, também falo de comportamento, interação humana e cultura. A única instituição que tem meu total apoio é a ciência, existe algo mais nobre que a busca de conhecimento? Autoconhecimento? Auto-ajuda? Isso é muito egoísta. A ciência é pura e simplesmente a busca da verdade, por mais dura e dolorida que seja. Conhecimento é poder.
Claro que quem pratica o ócio também tem minha simpatia. Não fazer nada é melhor do que atrapalhar. E não tem nada melhor do que fazer algo porque simplesmente estamos a fim. Quando estava no colégio, realmente me sentia um protagonista e uma revolução da escola, algo inspirado no clipe “Another Brick in The Wall II”, e também me sentia muito especial e ao mesmo tempo alvo de muitas críticas por ser um fã de Star Trek e jogador de RPG (NERD alert!). Além disso, acho que nunca me senti muito como parte de um movimento.
Mas algumas pessoas, me parecem, têm a necessidade de se apegar a algum movimento ou causa, apenas pelo prazer de ser mala. Na Galeria do Rock eu vejo umas camisetas com a suástica cortada ao meio, como “proibido nazismo”. Puxa vida, que nobre causa, você é contra o nazismo! “Get a life” , como diria William Shatner, não deveria ser preciso uma camiseta para desprezar o nazismo, até onde eu saiba isso é uma obrigação natural de qualquer pessoa com encéfalo desenvolvido e polegar opositor.
Pior ainda são os maconheiros que não contentes em ficarem perdendo precioso tempo se drogando, ainda precisam ficar mostrando por aí que o fazem. Como se a liberação da maconha fosse uma causa muito importante, “free the hemp”, puxa vida isso realmente vai tornar o mundo muito melhor. Claro que sem o advento do tráfico de drogas o mundo realmente seria melhor, mas alguém honestamente acha que legalizar a maconha vai acabar com o tráfico? Amsterdã é uma das cidades mais escrotas no mundo, e não é como a de Nova Déli ou Rio de Janeiro, é por opção! Apoiar uma causa dessas é como assinar a declaração de que se é fraco, isso mesmo, um fraco, precisar de narcóticos pra aproveitar a vida, que lama; seria muito mais interessante, inclusive para o fim do tráfico, se ninguém consumisse drogas. Afinal, nenhuma empresa consegue seguir em frente sem que seus produtos sejam comprados. “Uma erva natural num pode te prejudicar?”, esse é o maior papo furado do planeta, grande parte dos venenos mais eficazes são ervas diretamente da mãe natureza. Esta frase costuma ser usada, em versões modificadas e variadas por naturalistas, macrobióticos, vegetarianos e outros chatos.
Esses aliás não tem o menor senso de “timing”. Uma vez eu estava apreciando uma boa refeição quando uma amiga vegetariana me disse “isso que você está comendo é um animal em estado de putrefação”. Honestamente? Vai à merda! Isso é hora de ficar falando essas coisas? Tratando o assunto assim, a pessoa sai do campo da crítica e do debate e entra no campo da total falta de respeito; é como se eu entrar numa missa e arrotar na cara do padre ao invés de publicar uma crítica construtiva da religião católica. Agindo de maneira não educada você perde totalmente a razão e ninguém irá levar sua crítica a sério, por mais certo que você esteja. Você pode não querer comer carne por qual for o motivo, mas não tente me convencer de que eu vou morrer por isso, de que minha vida é menos saudável que a sua (ao contrário da crença geral dos naturebas, comer carne não significa comer EXCLUSIVAMENTE carne, eu como de tudo). Claro, eu também não preciso de carne pra viver. Mas eu também não preciso de chocolate, eu como porque eu gosto. E garanto que se a galinha tivesse os meios, me matava pra fazer um Mafra ao molho pardo. Se comer carne é tão ruim assim, porque eles continuam tentando imitiar os nossos pratos? “Feijoada Vegetariana”? “Torresmo de Soja”? Isso é como aquelas bonecas infláveis: algumas pessoas até tem prazer, mas a maioria tem vontade de rir. Ok, confesso que já comi uns quitutes naturebas, e não eram ruins, mas não abandonei o rosbife. Por mim podem
continuar divulgando o meio de vida deles, numa boa, só não quero que atrapalhem minhas refeições sangrentas.
Eu vi uma menina escrever para a revista Capricho dizendo que eles deviam “falar mais da realidade”. Que realidade? O que é a realidade? Ouvir “O Rappa” não a torna uma garota do morro, ela ainda é uma menina de classe média que tem medo de pegar ônibus da escola pra casa. Ainda por cima: Revista Capricho? A revista mais fútil do planeta. Com o agravante de não ser como uma Caras, que veste e admite sua futilidade; fica se mascarando sob pretextos pseudo-educativos e pseudo-intelectuais.
Como eu disse, procurar modelos de comportamento e ideologias para seguir é algo
importante na vida, é parte de um sistema de identificação na sociedade. Mas acho que antes de mais nada é preciso realmente entender aquilo que se está apoiando, se é algo realmente produtivo para você ou para o bem comum, e se você tem a capacidade, potencial e disposição necessários para tocar isso pra frente. Perder uma discussão por estar errado é mais nobre do que perder uma discussão por falta de argumento/conhecimento. Será que a falta de conhecimento não estaria na raiz da própria causa? Eu realmente não sei de tudo, nem de todas as causas. Defender uma causa pra mim me parece algo importante, que deve ser levado a sério, e provavelmente o problema atualmente está justamente nisso. As pessoas gostam de brincar, de fazer arruaça, e escolhem o primeiro símbolo “legalzinho” pelo qual fazer isso. Nessas manifestações anticapitalistas que vejo por aí, aposto que ao menos 80% dos atendentes não faz idéia do que está gritando. Eu também adoro confusão, possivelmente uma confusão global seja o único meio do mundo mudar de verdade, mas não me escondo atrás das idéias dos outros para causar tal confusão.
É fácil para alguém como seu, sem causa, falar mal, mas pelo menos o mínimo para não tornar o mundo pior eu faço. E como parte do mínimo, eu não me engajo em causas em que não acredito. Cinicismo e sarcasmo são meus meios de vida, ser politicamente correto não funciona mais pra mim, quero comprar uma camiseta “morte ao mccancer” e ir ao Mc pedir um número 1. Quero comer picanha na sexta-feira santa. Quero vestir preto no reveillón. Posso ter cometido erros crassos em algumas das minhas críticas, mas paciência, entendam que não sou um cara malvado, apenas desiludido, se alguém se sentiu ofendido com algo que escrevi, use isso para evoluir, pois a minha crítica postada aqui não é nada comparada
E agora o tal e-mail da garota:
Olá senhor Fernando Mafra,
eu li um coméntário seu e estou chocada…você diz que nunca fez parate de um movimento onde por exemplo, as pessoas utilizam camisetas com suásticas coratadas…e aí?! por isso nós devemos deixar de nos revoltar com um mundo que parece năo ter concerto?! que os adultos de hoje o destroem achando que ISSO é evoluçăo…francamente…! Preste atençăo no que acontece a sua volta…pessoas nacionalistas exageradas e homofobicas matam e torturam as pessoas que resolvem ter uma outra opçăo sexual ou porque SIMPLESMENTE POSSUEM UMA COR QUE NĂO O AGRADAM E ATÉ OS ENOJAM!!!! eu conheço isso de perto…tenho muitos amigos racistas…mas nem por isso aceito o que eles acham certo…você nos chama de ABORRECENTES o que você tem na cabeça?!?!?! se nós aborrecemos os adultos é porque vocês estăo longe MUITO longe de nos entender… entender que se somos aborrecidos temos nossos motivos…mas também…năo é para menos se é que você me entende… o mundo está um PORRE!!! TODO MUNDO SE MATA SEM QUALQUER RAZĂO!!! VIVEMOS NUM MUNDO EM QUE SOMOS ABANDONADOS QUANDO PEQUENOS…POR QUEM??!! ADULTOS IRRESPONSAVEIS!! colocar a culpa na gente é muito facil cara…dificil é assumir que a culpa é toda de vocês…e que nós apenas refletimos o que vocês săo e fazem com o NOSSO MUNDO!! você zuou daquela garota que pediu que a revista escrevesse sobre a realidade…por algum acaso você sabia de que realidade ela estava falando?? DA DELA!!
NĂO DA SUA OU DE QUALQUER UM…E SIM DA DELA… VOCÊS QUEREM QUE AGENTE SE ENCAIXE NO MUNDO DE VOCÊS SEM QUESTIONAR…QUE O SINONIMO DE FELICIDADE É CASAR E TER FILHOS…HÁHÁHÁHÁ!!! SINCERAMENTE A FELICIDADE NĂO É ISSU CARA…FELICIDADE É TER A LIBERDADE DE PODER FAZER O QUE ENTENDE DENTRO DE UMA RESPONSABILIDADE SEM TER QUE LEVAR UM TAPA QUANDO ERRAR…POIS É ERRANDO QUE SE APRENDE…agora vocês năo nos deixam evoluir…temos de ser miniaturas de vocês sem questionar…e vocês ainda se perguntam PORQUE ESSE MUNDO NĂO ANDA!!! C VOCÊS ERRAM NÓS ERRAMOS TAMBÉM POIS TEMOS DE EXATAMENTE COMO VOCÊS…eu năo axo isso certo!! você deveria repensar seus conceitos porque sinceramente eles săo muito superficiais…você năo sabe absolutamente NADA sobre adolescentes…soh o suficiente que você viveu…e acha que o que você acha é o certo…sinto muito…mas essa năo é a verdade!!!
Valeu ae pela atençăo…é legal quando somos escutados de vez em quando!
Se quiser falar comigo ou tirar satisfaçơes por esse e-mail pode entrar em contato que terei muito prazer em falar com o senhor…ma_rina6@zipmail.com.br….Tchau…
Vou reter meus comentários, por favor façam os seus….
sinfonia nº 7
Meus pais ganharam da Camargo Correa (empresa onde meu pai trabalha) entradas para o concerto de ontem da OSESP na Sala São Paulo. Como meu pai estava viajando eu o substitui e fui com minha mãe lá.
Claro que foi demais, gostei bastante da segunda peça que num lembro o nome (eu nunca lembro) e de villa-lobos também, que não me lembro de ter ouvido antes. Ainda esbarrei com o Adriano e o Bears que estavam por lá.
Mas o grande lance foi o coquetel que rolou depois apenas para os convidados da Camargo. Que maravilha, tomei whisky e bastante champagne, que estava ótimo. E comi o máximo de quitutes gostosos que tinham por lá. Tinha uma paradinha com carpaccio e um patê de fígado excelentes, a moça do patê até ficou minha amiguinha e me deu duas rodadas seguidas; um outro patê de rockefort era excelente também. Só não consegui experimentar um treco lá que parecia um sushi de salmão, que vi só de relance e num entendi muito bem. E ainda teve um cafezinho com umas bolachinas excelentes, de amêndia, laranja, e mais outras duas que esqueci, micro tortinha de limão e micro tortinha de noses. Ah, essa vida de alta-sociedade é realmente uma delícia.
Fiquei lá cumprimentando uns colegas do meu pai que falavam o tanto que sou parecido com ele, até na postura e nos gestos. Puta merda. O mais divertido foi reencontrar a Fátima e o Saulo, que eram constantes na minha infância. Engenheiro é um povo simpático.
may it be
Pois é, muitos já devem saber que a HBO vai passar A Sociedade do Anel a partir desse mês. O que outros tantos provavelmente não sabem é: Será a versão extendida da fantástica película! Ao menos é o que o guia deixa a crer, já que indica uma duração de 208min, que é a duração oficial apenas da versão extendida (a versão normal tem 178min.
Eu já conferi a versão extendida e garanto que é muito legal, e quem quiser conferir eu convido à que venha aqui em casa no dia 30, já que eu tenho HBO. Se alguém estiver mesmo afim fala comigo que a gente faz acontecer.

e tem mais momentos galadriel nessa versão