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the best night of your life?
Seria um exagero. Mas que foi boa, isso foi. Pra começo de conversa não estava muito animado pra ir, pelos seguintes motivos:
1- Era longe
2 – Não ia nenhum conhecido meu;
3 – Eu ia lá fazer algo que mesmo me achando no direito, outros discordam e eu poderia ser desmascarado como uma fraude; já que não tenho tanta experiência em cobertura assim.
4 – Não tinha certeza se teria que pagar para entrar ou não.
5 – Não conhecia nenhuma das bandas.
Ok, até agora não disse o que eu faria e onde ia. Fui cobrir mais um dia de Motomix, agora no Clash, durante o show do Eagles of Death Metal. Já que se eu não fosse iria ficar em casa de bobeira resolvi arriscar.
E como valeu a pena. Na entrada achei que teria problemas pois o segurança de nada sabia sobre produtora ou overmundo ou o raio que o parta. Mas logo fui socorrido por um dos produtores que estavam no Ibirapuera domingo. E não, não paguei entrada. Inicialmente fiquei zanzando que nem barata tonta, tirando umas fotinhos bestas do lugar.
Enquanto nada acontecia encostei num canto, e foi quando a fotógrafa da Rolling Stone veio trocar uma idéia. Se eu fosse mais tiete teria deixado transparecer, e se fosse mais escroto teria dispensado. Papinho à toa mesmo, coisa de colegas de trabalho. Fiquei surpreso ao saber que ela não conhecia nenhuma das bandas de todo o Motomix, que vergonha!
Com o decorrer da noite virei coleguinha de outros dois fotógrafos, uma delas do omelete, super gente fina que me deu umas diquinhas do ofício. De todas as pessoas que conversei, só esses dois (que não incluem a Rolling Stoner) conheciam o Overmundo.
Não podíamos usar flash nas fotos, e só ficamos no fosso no começo do show. Depois de umas cinco músicas: Expulsos. O motivo é simples: ira da platéia, que eu senti na pele com alguns tapas na minha cabeça. Ainda levei uma baquetada na cabeça, quando o baterista lançou a baqueta; a qual eu dei na mão de uma menina na esperança de suborná-la e conseguir um aliado que evitasse maiores espancamentos.
Acabei por esbarrar com Paulo Castilho, um conhecido da TV Cultura. Fui entrevistado para o Metrópolis, quando descobrir digo quando irá passar. E bem no final ainda esbarrei com outros dois amigos.
Querem saber como foi o show? ANIMAL. Jesse, o líder do Eagles, é um dos maiores showmen que já vi. Em breve a crítica em si. Essa noite mostrou como é bom as vezes fechar os olhos e pular…
UPDATE: O texto já está no Overmundo.
fotomusica 2.0
Já falei sobre as maravilhas do Flickr duas vezes, e também sobre as maravilhas do last.fm. Agora é hora de uní-los. Como deveriam saber, na quinta estive no show do Nouvelle Vague, e lá fiz algo que não fazia a algum tempo: tirei fotos do evento.
Prontamente as postei no Flickr e em seguida usei um recurso que para mim é novidade. Ao organizá-las online acrescentei uma tag recomendada pelo last.fm que linkam as fotos diretamente à página do evento do site; que juntamente com o review que fiz, ajudam àqueles curiosos por opiniões e registros encontrá-los mais facilmente.
Mais um ponto para o last.fm. Bem, além das fotos fiz dois breves vídeos com trechos da última música tocada: Just Can’t Get Enough, em uma versão diferente da que conhecia. Estão no YouTube, enjoy.
música 2.0
Depois de ficar babando ovo do Flickr, é hora de falar do Last.fm. Ele faz pela música o que o flickr faz pela fotografia, mas mais inteligente.
Ele sabe as músicas que você ouve e assim vai detectando padrões no seu gosto, através disso gera estatísticas das músicas que você ouve, pareia você com pessoas com gostos semelhantes e recomenda artistas. Há um sistema de rádio embutido para que você ouça coisas sem precisar baixar ou comprar e vários outros recursos como páginas de bandas, grupos de interesse, blog e eventos.
Ah, os eventos. Você marca os eventos aos quais vai e o lasf.fm te diz quem também vai, cada evento tem uma página onde você pode debater o assunto com outros comparecedores, ler críticas e postar as fotos (que são puxadas automaticamente do flickr).
Pois eu estava de bobeira ontem de manhã quando vi que o local do show do Nouvelle Vague finalmente tinha saído, que os ingressos estavam sendo vendidos a partir de ontem, e que estavam terminando. Liguei pro Marcos e fomos correndo. Acabei comprando três ingressos na esperança de que a Mi e o Nisfer vão comigo. E algumas horas depois eles de fato acabaram.
Bem, a Mi já disse que não vai poder ir ao Show, e o Nisfer disse um talvez. Alguém tá afim?
paulicéia desvirada
Consegui virar durante a virada! Eu e o Adriano andamos pra todos os cantos do centro conferindo vários naipes de acontecimentos durante a Virada Cultural 2007. Balpe de Rapel;Cauby Peixoto; Serguei; Golpe de Estado e Psytrance estavam entre os melhores momentos.
Agora preciso organizar tudo na minha cabeça os eventos e o material colhido pra soltar no Overmundo.
Antes que perguntem: Sim, eu vi parte da confusão. Mas não participei de nada. Apenas corri de uma galera no São Bento e quase tive minha câmera levada por policiais no Anhangabaú. Infelizmente não tenho foto ou vídeo de nada carnudo para postar ou encaminhar à imprensa. Mas tudo deu certo, editei um clipe que em breve irei colocar no ar também.
but i don’t know
Desde que a gente foi no show do Cardigans a banda agora tem um outro sabor pra mim. Algumas músicas ficaram mais doces, outras mais agridoces.
For 27 years I’ve been trying to believe and confide in
Different people I’ve found.
Some of them got closer then others
Some wouldn’t even bother and then you came around
I didn’t really know what to call you, you didn’t know me at all
But I was happy to explain.
I never really knew how to move you
So I tried to intrude through the little holes in your vanes
And I saw you
But that’s not an invitation
That’s all I get
If this is communication
I disconnect
I’ve seen you, I know you
But I don’t know
How to connect, so I disconnect
You always seem to know where to find me and I’m still here behind you
In the corner of your eye.
I’ll never really learn how the love you
But I know that I love you through the hole in the sky.
Where I see you
And that’s not an invitation
That’s all I get
If this is communication
I disconnect
I’ve seen you, I know you
But I don’t know
How to connect, so I disconnect
Well this is an invitation
It’s not a thread
If you want communication
That’s what you get
I’m talking and talking
But I don’t know
How to connect
And I hold a record for being patient
With your kind of hesitation
