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carreira não-carreira
Há um tempo atrás rolou um papo de Agência Overmundo, não sei se mencionei aqui no blog. Mas seria um esquema dentro do Overmundo onde alguns colaboradores seriam selecionados para integrar uma sub-rede de correspondentes para produzir conteúdos específicos, cobrir eventos e coisas do tipo. Eu seria um dos integrantes.
O tempo passou e o assunto morreu. Por um lado eu tinha ficado empolgado e por outro procupado. Overmundo é algo que gosto muito, mas que faço realmente por amor, não ganho nada pra isso, então faço quando posso e sobre o que eu quero. Integrando uma agência interna eu talvez fosse convidado para fazer algo que não gosto, e a questão que entraria é: Eu ganharia para isso?
Bem, com ou sem Agência, acabei de conseguir o primeiro trabalho no estilo. Cobrir a Campus Party Brasil e ser pago por isso. É um evento muito doido, que eu iria como usuário, mas conseguir um esquema desses é sensacional, estou ansioso.
Em paralelo também fui contatado pelo MOTOMIX para ajudar na divulgação, mas não sei se isso irá se estender para algum tipo de cobertura do festival. Veremos como se desenvolve.
À época em que apareci no Estadão, meus parentes queriam entender exatamente o que era esse tal de Overmundo e o que eu fazia nele; quando eu dizia que era por esporte e não ganhava nada por isso, só o prazer de ser lido, alguns ficavam levemente chocados. Portanto, vale mencionar que os dois contatos foram por contatos Overmundianos. O que mostra que fazer algo apenas pelo fazer pode depois trazer benefícios extras.
não se pode ganhar todas
Essa semana tive minha primeira colaboração não-publicada no Overmundo. Acho que estão ficando cansados dos meus Diários da Mostra. A pena é que se os outros dias forem publicados ficará um buraco no meio.
Entretanto, o dia de ontem foi relativamente interessante e há um detalhe sobre o filme Fragmentos de Tracy que acho que tornam a colaboração digna de publicação.
E agora em votação está uma modesta entrada sobre o Motomix 2007, pelo qual fui contatato para publicar algo no Overmundo. Entrevistei os curadores dos projetos e espero em breve publicar essas entrevistas na íntegra e também a programação do festival em si.
mostrando escondido
Apesar do último filme que eu falei aqui ser de segunda-feira, vi vários outros essa semana, os “Diários da 31ª Mostra” no Overmundo estão lá como prova. Quero falar mais afundo sobre os filmes, mas o pique é difícil, estou pensando no que fazer exatamente, talvez fale só dos meus preferidos, talvez não fale mais nada, veremos.
ignorância imortal
Para um futuro projeto Overmundiano meu, acabei indo parar no site da Academia Brasileira de Letras. E lá conferi a lista dos imortais. E foi então que descobri alguns nomes que muito me surpreenderam, apenas entre os atuais temos:
Ivo Pitangy
José Sarney
Marco Maciel
Agora, se formos buscar na lista completa, temos outro Presidente da República entre os imortais, o suicida Getúlio Vargas.
Bem, me surpreenderam não apenas pela presença deles, mas por minha ignorância do fato. Para jogar sal na ferida, dentre os Atuais, tenho certeza de ter lido textos apenas de Lygia Fagundes Telles, Zélia Gattai e Carlos Heitor Cony.
O conforto é que em terra de cego, quem tem um olho é rico. Eu ao menos sei quem são essas pessoas, mesmo que por outros “méritos”.
the game in rio
Bom, já escrevi meu super texto sobre o Rio, foi uma jogada meio arriscada no Overmundo, beirando um blog pessoal, vamos ver a receptividade, ainda mais com esse novo piso de 60 pontos para a publicação pode ser meu primeiro texto não publicado. Por mim beleza.
O feriado foi excelente, fora a parte do Rio em si, passar um tempo direto assim com a Ceci, o Bruno e o Gabriel foi ótimo. Logo que eu e a Mi chegamos já fomos botando a banca e mostrando pro afilhado quem é que manda, e ele está ótimo, muito risonho, brincalhão e receptivo.
Chegou ao ponto d’eu descer no prédio para brincar com ele sozinho. No meio da empreitada ele caiu feito uma pedra e desatou a chorar, daqueles choros com uma tomada de fôlego enorme e silenciosa, que assusta parecendo que a criança nunca mais vai respirar. Foi emocionante, ele chorou abraçado em mim e dali pra frente toda vez que ficava assustadinho ficava junto de mim. Já no final da estada, ele ter tentado chamar minha atenção repetidas vezes dizendo “tio” foi extra-fofo.
Como se isso não bastasse eu a Mi saímos com ele sozinhos pelas ruas e praia do Leblon, enquanto os pais da criança dormiam. E ele não deu trabalho em momento algum, até dormiu nos braços da Padrinha.
Pra variar fizemos uma comilança excelente, com uma nova versão da minha Salada Oriental. Só bobeei mesmo de não gravar um CD da Tigarah para ser a trilha sonora da viagem.
