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o último cylon
As coisas estão esquentando na quarta e última temporada de BattleStar Galactica, imagino que parte da recorrente estratégia de fazer um meio de temporada bombástico que sempre tem rolado. Realmente tudo em BSG é cíclico. De acordo com o promo do próximo episódio “Guess who’s comming to dinner” parece que o segredo do último Cylon será revelado, então chegou a hora de devidamente registrar meu palpite. Escrevo essas especulações levando em conta as informações apresentadas até o último episódio da terceira temporada (Crossroads, parte I) e Razor, para quem ainda não viu, SPOILERS adiante:
Na verdade o episódio chave da minha teoria é “The Eye of Jupiter”, quando o Templo dos Cinco é apresentado. Um templo construído por membros da 13ª Colônia que revela à número 3 a identidade dos último cinco Cylons. Claro que Dianna pode estar enganada e o que viu não eram os Cylons, mas apenas os padres originais do templo, mas isso é improvável, já que ela pareceu reconhecer ao menos um dos rostos.
Cylons e humanos, mais que inimigos, irmãos.
Para isso ser possível há uma clara conexão entre membros da 13ª colônia e os Cylons humanóides. Para embasar mais, vamos voltar mais no tempo para quando os Cylons mecânicos originais abandonaram as colônias.
Após a guerra, os Cylons mecânicos passaram por uma transição forte dividindo-se em dois grupos:
•Os novos Cylons, uma mistura de entidades Meca-organicas (centurions, raiders e basestars) e humanóides, os modelos que conhecemos e os híbridos. Este mesmo grupo se subdividiu:
••Significant Seven e a frota Cylon.
••Final Five.
•Os guardiões. Cylons clássicos que tomaram para si guardarem o primeiro híbrido.
No final da guerra, ou logo depois os Cylons encontraram ou foram encontrados por uma terceira entidade. Que eu especulo ser alguma força cósmica ou descendentes de carne e osso de membros da 13ª colônia; e diretamente ligados aos Five Priests (os que construíram o templo de Jupiter). Foi essa entidade que possibilitou a criação dos modelos humanóides e que acarretou essas divisões entre os Cylons.
Quando o numero 1 (Cavil) fala sobre os programadores originais, ele se refere à essa entidade. Ela criou os significant seven e sua horda militarística com o propósito de reunificar a raça humana em uma só. Sei que parece estranho, não sei se o holocausto era parte intrínseca desse plano, mas com certeza a perseguição da frota e as tentativas de procriação com humanos são um sinal disso. Os mandamentos de Deus podem de fato ser mandamentos seguidos pela entidade ou apenas uma ferramenta elaborada por eles para programar o Cylons com diretrizes básicas que servissem seus propósitos; afinal a procriação era um simples mandamento, que Cylons não podiam seguir sozinho, precisando de humanos para tal. Deus é amor.
Assim chegou-se a situação básica atual. Mas e os Final Five, como se encaixam? Eles jamais foram parte do mesmo grupo que os Significant Seven, já que nenhum deles os conhecem. Os Final Five são o receptáculo das almas dos Five Priests. A habilidade de ressurreição dos Cylons é um subproduto de algo descoberto pelos Five Priests originais. Eles encontraram uma maneira de transmitir suas consciências além de seus corpos, e ao contrário dos Significant Seven, há apenas uma cópia de cada Final Five, quando ela morre, a consciência segue para um corpo diferente.
Quatro revelados
Assim, Tyrol, Tigh, Tory e Anders não foram criados em alguma basestar para lutar, mas são na verdade a continuação de diversas gerações de ressurreição. Se existe algum motivo especial para esses indivíduos serem os Final Five ou se foi por mero acaso, ainda é difícil determinar. Todos possuem ou possuíram posição de certo poder, ou próximos a pessoas de poder. Por essa regra meu eleito para o último Cylon seria Dualla, por sua proximidade com Apollo, pode-se discutir que ela não tem tido o destaque necessário para isso, mas até aí nem Tori até sabermos que ela é Cylon.
Se pensarmos no histórico desses indivíduos, não só eles estiveram próximos do poder como tiveram um papel vital na sobrevivência da humanidade com atitudes específicas. Tyrol salvou seu grupo da morte em Kobol e teve um papel de destaque no sindicato e na resistência em New Caprica, bem como Tigh, que além disso lutou na Guerra Cylon; Anders participou da resistência em Caprica e New Caprica; Tori era o braço direito da Presidente e cuidava atentamente de Hera. Dualla seria uma boa eleita nesse argumento também, já que ela convenceu Adama a reunificar a frota no começo da segunda temporada e deu uma bronca em Apollo forçando-o a ir pra briga em New Caprica.
E o Deus Cylon? Seria ele o último Cylon? É possível, mas improvável, se considerarmos que os Five Priests são os Final Five, é preciso lembrar que eles veneravam um deus “cujo nome não pode ser dito”, provavelmente o deus invejoso que causou o Êxodo de Kobol e possivelmente o Deus Cylon. Então o Deus é uma outra personagem que pode ou não possuir forma material.
Embora Dualla continue uma forte candidata, aposto minhas fichas em Hera. Isso mesmo, a filha de Helo e Athena. Isso explica o tamanho de sua importância para os significant seven e a Virtual Six, um ser que parece possuir um conhecimento mais amplo do que acontece no mundo. Além disso, um promo do episódio 7 da quarta temporada nos indica que “tudo será revelado” e parece ter Hera como parte importante da trama, uma bela coincidência.
Um terceiro candidato
Embora eu goste da teoria Hera, pois ela seria algo muito mais interessante dramaticamente do que simplesmente lançar mais um colonial na jogada, existe algo inconsistente nela. O que parece derrubar a teoria Hera cria uma terceira e interessante possibilidade. Em Razor tudo o que o primeiro Híbrido diz à Kendra Shaw se tornou em realidade até agora. Se tudo seguir o curso, o despertar do último Cylon deve seguir essa lógica.
SPOILERS de Razor e da quarta temporada seguem.
Ele diz o seguinte:
“Soon there will be four, glorious in awakening, struggling with the knowledge of their true selves.
Isso se refere ao despertar dos nossos quadro queridos.
The pain of revelation bringing new clarity and in the midst of confusion, he will find her.
Leoben encontra Starbuck na Demetrius.
Enemies brought together by impossible longing. Enemies now joined as one.
Isso se refere a aliança entre a Basestar de Natalie e os coloniais ocorrida no último episódio, “Faith”.
The way forward at once unthinkable, yet inevitable. And the fifth, still in shadow, will claw toward the light, hungering for redemption that will only come in the howl of terrible suffering.”
O que a pobre Hera pode ter feito para precisar de redenção? Ela é jovem demais para buscar perdão, a não ser que na ausência de Athena e Helo ela tenha pintado o sete na Galactica. A não ser que o Híbrido esteja se referindo à alma do último Cylon, essa declaração pressupõe que o indivíduo escolhido como último Cylon é alguém que cometeu um grande erro e precisa ser perdoado.
Apollo sempre está tentando provar seu valor, tanto para Adama quanto para si mesmo e vive carregando culpa por suas ações, justificadas ou não. Adama mentiu para a frota dizendo que sabia o caminho para a Terra. Baltar cometeu inúmeras injustiças, como conseqüência de sua natureza fraca ou deliberadamente e agora virou líder espiritual. Roslin agora governa com mão de ferro contra tudo que opõe seus objetivos. Todos eles podem se encaixar nessa declaração, e possuem outros argumentos a favor de serem cylons, mas não imagino que revelar qualquer um desses personagens como Cylon seria um truque barato que só seria salvo com uma história muito bem feita por trás.
Sobraram então dois suspeitos na minha opinião: Gaeta, que participou do governo de Baltar e agora levou um tiro no pé que está lhe causando grande sofrimento, além de ter participado de diversos momentos importantes durante a série, tendo salvo a frota inteira. Ser informante da resistência provavelmente limpou sua consciência por ser o braço direito de Baltar e acho difícil que ele esteja em busca de redenção.
O que passa a bola para Tom Zarek. Um homem com um passado sujo mas bem intencionado, por o que acredita ser um bem maior. Desde o começo do Exodo das 12 colônias tem buscado uma nova forma de conduzir a humanidade, separada dos padrões pré-estabelecidos das colônias. Para ele os fins justificam os meios, e isso se encaixa na filosofia da Entidade que eu propus. Além disso tudo, ter Richard Hatch, o ator que interpretou Apollo na série original como o cylon mais importante do pedaço seria divertidíssimo!
Conclusão
1-Tom Zarek
2-Hera
3-Anastasia “Dee” Dualla
Assim dou meus três palpites. Hera já ocupou o topo, mas foi suplantada por Zarek graças à ultima declaração do Híbrido. Se o promo não estiver mentido, devemos descobrir se estou certo ou errado semana que vem. Fiquem ligados!
campo minado
Bom, irei aqui caminhar em campo minado. Vou me aproximar do blog do Bruno e falar um pouco sobre o Oriente Médio. O assunto é complexo, tenho olhado para ele com mais atenção recentemente e possivelmente falarei um monte de merda.
Acabo de retornar de uma seção do filme Jogos do Poder, que trata da ajuda secreta dada pelos EUA aos afegãos durante os anos 80 para expulsarem os soviéticos de lá. Era a Guerra Fria, os EUA ainda estavam com ressaca do Vietna e não estavam muito afim de ajudar. Eventualmente a ajuda chegou e a persistência dos Mujahideen combinada com as armas que receberam levou ao fim do conflito.
O filme é interessante, mas não é um feito cinematográfico. Demora para se tornar realmente interessante e não possui momentos de brilhantismo, fora que a mistura de imagens de arquivo dá um toque amador ao pacote. A história vale a pena ser vista, mas certamente podia receber um tratamento melhor.
Questões filosóficas sobre comunismo de lado, o fato é que a URSS estava ocupando e massacrando o povo do Afeganistão. O mérito de tirá-los de lá não cabe apenas ao EUA, mas também a uma coalizão que incluia surpreendentemente Egito, Arábia Saudita, Paquistão e (pasmem) Israel. Israel se juntar aos EUA pra quebrar o pau de algum vizinho não é novidade, mas junto com outros vizinhos, isso sim é surpreendente.
Quando esse tipo de conflito surge, me lembra os tempos da II guerra, quando parecia fazer sentido lutar. Alguém estava fazendo o que não devia, invadindo o país dos outros, outros países então tomavam a atitude de arrasar o quarteirão.
O problema é que estado-unidenses estúpidos enxergam esse tipo de intervenção bem-sucedida do passado como uma justificativa para qualquer intervenção subseqüente, incluindo a Guerra do Iraque e a palhaçada atual no Afeganistão.
O que os EUA não parecem compreender, sendo um país que nunca foi invadido (corrigam-me por favor) é que um povo invadido não vai ficar sentado sem fazer nada. Eles irão lutar com o que tiverem para expulsar seus invasores. E se tiverem ajuda, essa ajuda será bem-recebida. É por isso que a intervenção nos anos 80 deu certo. Os EUA não eram a força invasora, simples assim.
Agora, grupos extremistas (que já não gostavam muito dos EUA) enxergam a presença estado-unidense como uma ofensa (para dizer pouco) e é por isso que temos aquele samba do criolo doido na terra do ouro negro.
E o desfecho, que é mencionado no filme, é que depois de todo o trabalho, seja removendo os soviéticos ou Saddam, o lugar continua em frangalhos. E ao contrário do que aconteceu na II Guerra com a Alemanha e o Japão o esforço para reconstruir o país é ínfimo, mal-administrado ou simplesmente inexistente.
Assim o ganho real é nulo. As vidas perdidas e bilhões gastos são em troco de nada. Ao menos para o país ocupado…
Para mais sobre ocupações, valor de vidas e etcetera deixo vocês com George Galloway:
join up!
Tive um fim de ano militarístico. Quem me conhece sabe que me interesso por assuntos relacionados à guerras e conflitos em geral, não que eu entenda muito do assunto, e de longe creio que Guerras são a solução para qualquer questão. Mas negar que algumas guerras foram necessárias, e acreditar inocentemente que elas não ajudaram a nos moldar como uma sociedade, isso não faço.
Tendo dito isso, já era um fã de longa data do filme Starship Troopers, sem nunca ter lido o livro. E agora que o li, me tornei um fã de ambos. Para quem não sabe, Starship Troopers é um clássico da ficção científica com uma fortíssima veia militar, e é basicamente um veículo para as idéias políticas e filosóficas de seu autor: Robert A. Heinlein (de Um Estranho Numa Terra Estranha).
A idéia central do universo de STPs é que civis não são cidadãos. Para se tornar um cidadão pleno, com direito à voto e concorrer na política é preciso alistar-se nas forças militares, cumprir um termo básico de serviço e se aposentar (com honras, claro). Um fato importante na organização militar da Federação é que todos lutam. Não há serviços confortáveis em escritório, e para seguir carreira de oficial é preciso estudar muito e lutar ainda mais. Funções burocráticas, de instrução, recrutamento e manutenção são realizadas no tempo “livre”, por civis contratados ou soldados incapacitados (a maioria mutilados) que se negam a sair da corporação mesmo com a óbvia dispensa médica.
A teoria por trás dessa aristocracia meritocrática voluntária é que alguém que se alista nas Forças Armadas está disposto a colocar seus interesses pessoais, ou sua própria vida, em segundo plano em relação ao bem comum. Voluntários militares possuíriam uma abnegação natural inexistente naqueles que não têm coragem de lutar. E por conseguinte também seria uma maneira de acabar todas as revoluções. Já que a revolução é resultado de insatisfação com um instinto de lutar, ela jamais aconteceria, pois todos aqueles que têm o instinto de lutar já estão na classe que detém o poder e portanto as ferramentas de mudança sem o uso da violência.
Mas não se engane, em STPs existe plena liberdade de expressão e de ir e vir. Qualquer um pode reclamar a vontade, mas não são todos que podem fazer algo a respeito. Existem outras questões levantadas por Heinlein no livro, como pena capital e como criar seus filhos, mas isso seria uma outra discussão.
Honestamente, não posso dizer que discordo. Já declarei que ao menos no papel, concordo com qualquer forma de governo: Anarquismo, Totalitarismo, Comunismo, Democracia e provavelmente outros que nem conheço. Mas isso, no papel, pois na vida real todas as formas de governo são falhas, em especial uma baseada em dar poder apenas àqueles que detém a força.
E é aí que entra o filme de Starship Troopers. Dirigido pelo mestre Paul Verhoeven (de RoboCop e Vingador do Futuro) ele é em essência uma paródia de tudo aquilo que o livro representa. E o faz com acidez e bom-humor excepcionais.
Vários elementos do livro foram mudados, o que a maioria dos fãs reclamam é a falta da Powered Armor, um ítem importante na história, ignorado pelo filme; mas ela é apenas um elemento high-tech em uma história que lida com questões muito mais profundas, e para a mensagem do filme se tornar clara ela não é necessária, talvez até distraísse do ponto (que tão poucos conseguiram capturar). Embora sua presença no livro seja um marco na história da Ficção Científica, no filme ela seria apenas um gadget numa história sobre conflitos, e não gadgets. No final o filme consegue apontar dedo e dar risada de toda a exarcebação militar presente atualmente nos EUA.
O que conecta-me a outro filme que vi recentemente, Why we Fight, documentário justamente sobre a industria de armas e sua influência em escalar o tamanho e quantidade de conflitos militares no mundo. Basicamente denunciando as indústrias que no “futuro” irão fabricar as Powered Armors. Industrias essas que por tabela enchem os bolsos de contrabandistas de armas, como no outro filme recente, Senhor das Armas.
Com Nicolas Cage e Jared Leto, dirigido por Andrew Niccol (do maravilhoso Gattaca); o filme consegue levar as questões de War on War ao seu extremo dramático, com uma acidez semelhante á de Starship Troopers, mas com um cinisismo ainda maior, já que o narrador é o vilão/herói da história.
E a maneira como a presença militar atua hoje em dia, é basicamente uma máquina de jogar tempo e dinheiro (além de vidas) no lixo, como é possível ver em Soldado Anônimo (de Sam Mendes, que nos trouxe Beleza Americana). Um conflito envolvendo 500.000 tropas em que passa-se mais tempo esquivando-se do tédio do que combatendo o inimigo.
E é exatamente isso que a máquina militar se transformou hoje. Um enorme desfile de gastar recursos que podiam ser melhor empregados simplesmente para defender interesses econômicos atravéz de Intimidação. Onde cada lado fica mostrando o tamanho de seu pinto até que o outro corra de medo de ter seu cu arrombado. Não existe mais defesa de território, liberdade ou ideologias. Os pobres soldados são tão enganados quanto os civis, e não detém poder algum. Robert A. Heinlein estava errado, Dwight D. Eisenhower estava certo.
Agora vou jogar America’s Army.
war on war
Acabei de ver isso na TV. Fenomenal, nem tenho como descrever, quase chorei de desespero. Muito melhor do que qualquer coisa que o Michael Moore possa fazer:
Lust, Caution – 31ª Mostra de Cinema de SP
Muitas vezes não ler a sinopse no site da mostra é uma boa opção para manter a surpresa. E na verdade é o que geralmente acontece, faço uma leitura dinâmica e a partir daí tomo minha decisão. Eu sei que parece tosco, mas muitas vezes guarda a surpresa e me poupa de possíveis momentos de raiva.
No caso de “Lust, Caution” me rendeu excelentes surpresas. Esperava um filme cheio de Luxúria, e acabei levando um filme com bastante, mas com mais Cuidado do que imaginava.
O pano de fundo é a China ocupada por japoneses nos anos 50, Mak Tai Tai, uma jovem aristrocata joga mahjong com suas amigas e troca um olhar suspeito com o marido de sua anfitriã. Logo imaginamos que algo está no ar, pois ela parte em seguida. Um caso amoroso seria a resposta óbvia.
Então somos lançados ao passado e descobrimos que nem tudo é o que parece. Tentando montar o quebra cabeças logo imaginamos que os dois não são amantes, mas sim comparsas no crime, ou melhor, em contravenção. O filme se mostra um thriller de espionagem, com nossa Wang como fio condutor da história, uma espécie de James Bond de saias e olhos puxados.
A luxúria é vasta sim, é um dos filmes mais explícitos que vi na mostra, para deixar Instinto Selvagem com inveja. Mas não é vazio como tolices estilo Shortbus. O próprio cenário histórico e a trama traçada acabam por colocar o sexo em segundo plano, ao menos na minha opinião, embora a força das cenas seja de suma importância para compreendermos o desfecho final da relação entre Mak e Sr. Yee.
E tal relação se constrói em traição em cima de traição, qual delas seria a maior? Fica difícil entender as verdadeiras intenções de Yee e mesmo de Mak, que com seu rosto delicado nos passa (e a Yee) uma falsa inocência. Em certos aspectos ambos são de fato inocentes, depositando fé um no outro baseados apenas na tal luxúria, não há promessas ou palavras de carinho, apenas os atos entre quatro paredes.
Definitivamente o melhor de ficção que vi na mostra, nota 4, mas provavelmente merecia um 5.

