Archive for the ‘gringo’ tag
e tudo que eu ganhei foi….
Um pacotinho de Doritos Bits twists Honey Barbecue
Uma garrafinha de Ouzo
Um isquerio da coffee shop Abraxas de Amsterdam
Tres embalagens de Marlboro Light (uma da Holanda, uma da Grécia e uma da Itália)
Duas latinhas de cigarrilhas (uma normal e outra “pipe flavoured)
Isso tudo da minha irmã, que chegou ontem de viagem, exceto as cigarrilhas que o Marcos me trouxe do FreeShop.
All That Jazz
Passei um tempo sem postar pq estava com hóspedes de quarta até sexta.
André: Meu amigo de longa data de BH, que habitou a Britânia por três anos e voltou a ao Brasil fazem alguns meses.
Bruce: Geriátrico dono de um santuário de aves de rapina (especializado em corujas) na Britânia, onde o andré foi voluntário.
Resultado: Na quinta passamos o dia no Zoológico! E devo dizer que foi minha melhor ida ao Zoo, que eu não tinha visitado à muito tempo. O Bruce e o André tinham buscado umas conexões e acabamos entrando de graça e ficando o tempo todo com o carinha responsável pelas aves de rapina de lá. Fui um esquema total backstage onde passamos a maior parte do tempo vendo as aves (e não só as de rapina) e nas áreas restritas (onde ficam os animais que não estão em exposição).
Peguei um falcão de coleira na mão, com aquela luva e tal, e tinha um murucututu (uma coruja) muito simpático; também fiquei provocando uns macaquinhos que tentavam pegar na minha mão – eu não dexei pq vai saber se é daqueles macacos sacanas que tentam te morder – mas eu nunca tinha tido um contato tão próximo assim com um primata inferior, e eu achei muito legal, a curiosidade do bicho foi algo que achei muito interessante, e a semelhança dele ao expressar isso foi o mais doido. Também brinquei com outras aves, dei de comar pra duas e brinquei com uma arara azul (não sei se era a arara azul, mas era uma arara azul) enorme.
Depois disso tudo, na sexta, levei os dois pra comer pastel na feira, numa perto da faculdade, e o Bruce gostou bastante. Depois, no caminho pro metrô ainda encontramos a Maxima e outros coleguinhas dela e td mais, e o Bruce já se entrosou, mas foi rápido. Levei os caras no centro, como é de praxe, basicamente Sé, Banespão e Bar Brahma, o tempo era curto.
O Bruce curtiu tudo e ficou muito agradecido. O cara era uima figura, muito simpático e comunicativo. Ele ainda saiu pra tomar umas na quarta e achou ótimo quando levamos ele no rodízio.
Femme Fatale
Hoje a Bárbara me ligou no final da manhã dizendo que queria fazer alguma coisa porque não queria voltar para casa ainda. Então fomos ver Femme Fatale. Eu gostei bastante, tinha tanta gente reclamando do filme, e ao mesmo tempo eu estava tão afim de ver (com esse título e com a Rebecca Romijn-Stamos, eu preciso ver) que estava um pouco relutante e ao mesmo tempo empolgado.É um bom filme sim, num é uma coisa absurdamente genial. Mas tem uma história legal, personagens convincentes e é super bem feito. A fotografia é muito boa. Fora alguns detalhes interessante de captar. O personagem da Rebecca realmente é uma Femme Fatale, no sentido original da palavra. A vilã sedutora, aquela que vai acabar com o inocente detetive se ele não ficar esperto. (e fiquem tranquilos, não entreguei nada da trama). Eu recomendo, é com certeza uma evolução para Brian DePalma com relação ao desmilado Missão: Marte.
E já fiz cópias novas das chaves. E são coloridas!
O André ligou, e além de discutirmos a péssima qualidade de Voyager e outras coisas de ficção-científica, ele perguntou se ainda rolava de vir pra cá com o Bruce. Rola si e eles vão aparecer aqui em casa na quarta no fim da tarde, e vão embora na sexta.
Motto
j-rock é muito doido!! O Marcos me mandou essa banda, “Mary & Jane” e é muito divertido! É como quando eu descobri Pizzicato 5, é todo um novo mundo. Eu me sinto como quando tinha uns 12 anos e ouvia músicas em inglês sem entender porra nenhuma e tentava cantar junto! Ouvir alguém cantando só por ouvir é bom de vez em quando.No domingo o André me ligou dizendo que está com outro inglês como hóspede, o Bruce. Um cara de mais de 60 anos, e perguntou se rolava dele vir aki em SP com ele na minha casa. Rola total. Ainda porque ele parece ser mais popular que o Matthew, e demorar menos tempo no banheiro, o que é excelente, especialmente no ponto de vista da minha mãe.
Quanto à minha campanha pra alguém de BH vir aqui no carnaval, acho que srá em vão. Claro que surgem aquelas manifestações vagas de interesse da parte de algumas pessoas, mas isso não é o suficiente pra provar uma futura visita. Até quem tinha jurado de pé junto que viria, acabou não vindo (mas ela tinha um bom motivo, aliás, o melhor). E enquanto isso, pessoas paras as quais falei as palavras mais legais nos últimos tempos simplesmente desapareceram. Bastarda!
E o pior é que eu quero ser um cara legal e doar sangue e os filhos da puta dos motoristas e cobradores ficam em greve, me ilhando na minha casa. Acabei de ver no Terra que essa palhaçada acabou, ainda bem.