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that great love sound
Acabamos gravando o programa na segunda. Ficou melhor do que eu esperava, considerando minha total inexperiência. A seleção de músicas também é boa, afinal, no meu programa não tem porcaria.
As gravações serão toda segunda, e o Nisfer me deixou a cargo do roteiro pra semana que vem, que eu já preparei quase totalmente (ele precisa dar umas opiniões e sugestões de som também). Mas vocês terão que esperar sentados porque a rádio só entra no ar ano que vem.
Só um adendo: O estúdio é absurdo, muito grande, com várias salas e tudo muito arrumado e legal. A casa é linda, e fica no Bexiga, ao lado do Mexilhão.
Agora estou ando mexendo no iTunes, em mais uma tentativa de organizar meus mp3s. E ele na verdade conseguiu perder alguns dentro da biblioteca, eles estão aqui, mas não aparecem na biblioteca, tenho que manualmente editá-los para que entrem. É um trabalhão, mas vai valer a pena pra ter tudo bonitinho, jogar fora porcarias, arquivos corrompidos e repitidos.
E também estou usando-o para tostar uns CDs pra tocar na Festa Canastra no dia 5. Pois é, além do casamento dia 4, dia 5 tem festa canastra onde eu e o Dartchio (escreve assim?), no mínimo, iremos discotecar, e parece que vai ser uma discotecagem longa, por isso nem estou fazendo setlist.
Além disso tudo, ainda tenho que terminar meu artigo para QuadrECA e revisar meu antigo artigo do Batman, a pedido do Waldomiro (espero ter boas notícias sobre isso em breve, veremos). E a M. Gabi ainda não me respondeu sobre o Festival da Cultura Inglesa, o que por enquanto é bom porque não tenho como desenvolver isso, não essa semana pelo menos.
espinafre
No fim de semana fiz uma visita relâmpago a BH. Foi muito boa. Não só encontrei com a Mi (obviamente) como ainda tive ilustres momentos com Rafa; Zecão; Gabi; Fofa; Serginho; Lets; Clá; Ti; Lucas; Zubreu; Bárbara e muito mais.
Além disso fui no FIQ (Festival Internacional de Quadrinhos) onde vi as exposições e comprei o lançamento “O Espinafre de Yukiko” do Frédéric Boilet. Acontece que ele estava por lá (ia dar uma palestra à tarde) e aproveitei pra pedir um autógrafo e explicar que sou “pesquisador” e gostaria de contactá-lo futuramente.
Então na segunda, logo que cheguei em casa, vi no jornal que teria o lançamento as 19:00 na FNAC. Me empolguei e nem fui de bicicleta pro trabalho, pensando em ir direto pra lá depois. Só que quebrei a cara, já que fiquei até as 18:50 trabalhando. Fiquei preso no escritório justo no dia em que tinha compromisso. Ô zica.
Mas eu recomendo muito o quadrinho. É parte do movimento que chamam de Nouvelle Mangá. Na verdade dá pra notar claramente que o estilo é muito mais franco-belga do que japones. De japão o que marca é a natureza da história, não a linguagem. Quero ver mais coisas dessa nova onda…
la mer
Do Omelete:
Mais uma banda foi confirmada para a movimentadíssima agenda de shows internacionais no Brasil. A organização do Claro Que É Rock acaba de anunciar a presença do Nine Inch Nails como uma das suas atrações internacionais.
O festival, que chegou a mudar de data para aproveitar a agenda da banda, está marcado para acontecer nos dias 26 e 27 de novembro, simultaneamente em São Paulo e no Rio de Janeiro.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu TENHO que ir nesse show! Mas eu não tenho dinheiro, não tenho emprego, não tenho renda e aparentemente NINGUÉM a minha volta entende isso! Estou gastando o dinheiro que NÃO TENHO pra pegar ônibus e as pessoas vem me falar pra “guardar”. Guardar o que? Estou ficando até nervoso com a falta de sensibilidade. EU ESTOU FALIDO. É tão difícil de entender? E EU QUERO IR NO NIN!

o show de uma vida, nunca quis tanto ir a um show
you’ve got the money, i’ve got the soul
you’ve got the money, i’ve got the soul
É verdade que ando seco de grana. Não posso ficar querendo ir a todos os eventos interessantes que aparecerem. Mas um deles eu não vou perder por nada, que é o show do Primal Scream no Tim Festival.
Dia 6, sábado.
21h30 – Tim Stage
4000 lugares – R$ 80 (aceita carteirinha)
Picassos Falsos, PJ Harvey, Primal Scream
E ainda ganho uma PJ Harvey de bonus. Alguns podem querer me xingar por dizer isso, mas o que me interessa mesmo eh o PS!
anti-comunicação
anti-comunicação
Estive na Galeria hoje. E reparei em uma faixa promovendo um festival de Death ou Dark ou Black ou qualquer merda malzona Metal. E ele conseguiu ilustrar bem algo que eu já tinha pensado antes a respeito.
Bandas desse naipe não entendem NADA de comunicação. Os logotipos de todas eram completamente ilegíveis. A ponto de que logo abaixo de cada um estavam escritos os nomes das mesmas com uma tipologia mais decente.
Acho legal uma banda ter uma marca, algo que condiza com seu tipo de som. Mas também não acho que isso seja obrigatório, cada um sabe de si. Mas uma marca precisa comunicar a idéia, e o nome é parte da idéia, se existe apenas um bando de garranchos inteligíveis, o que você está comunicando? No mínimo que é um ignorante.