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double jeopardy
Pra quem ainda não se inscreveu, perdeu a promoção de fim de ano, ou não ganhou um convite meu pro CampusParty, estão rolando duas promoções simultâneas: aqui e aqui.
E corram, só tem 250 vagas sobrando, e diminuindo a cada dia. Quem ainda não entendeu o que é Campus Party está perdendo tempo.
UPDATE: Estudantes de Jornalismo e RP podem estagiar do CP com ajuda de custo.
Solstício de Verão – 31ª Mostra de Cinema de SP
Primeiro exemplar do meu chamado “Dia do Dragão“. Apesar de o Marcos e o Kawano estarem na mesma seção não assisti ao filme exatamente com eles, pois fui o único que entrou na sala no horário.
Começo dizendo que a cópia estava um lixo, a pior cópia que já vi na Mostra ou em qualquer cinema em toda a minha vida. Partindo daí o filme não se esforçou muito para elevar a qualidade dessa experiência decepcionante. As limitações de tempo e orçamentárias são visíveis, mas em princípio eu não considero isso um defeito, a questão é que como Robert Rodriguez diz: Quando não se tem recursos é preciso compensar com mais criatividade e inventividade – qualidades em falta neste filme.
A história tem um potencial incrível, mostrando as dificuldades da China contemporânea, e que o lema de “New York, New York” na verdade se aplica aqui: If you can make it there, you’ll make it anywhere. E no caso nenhum dos personagens é capaz de “make it” – um paralelo do próprio filme. Confesso que até agora não entendi se é inspirada em fatos reais, nenhuma informação que encontrei sobre o filme na web diz isso, mas uma legenda ao final dá esse tom.
A edição e o som são sofríveis, em especial no final do filme, a trilha sonoroa é totalmente ausente e as atuações são bestas. O único apelo que o filme tem está na pequena LiuXiao, que infelizmente é sub-aproveitada. Durante a meia-hora final estava considerando fugir do filme, especialmente porque já estava atrasado para o filme seguinte (calculei errado a duração deste), e só não o fiz pois estava sentado ao centro da fileira e acabaria atrapalhando outros espectadores.
O ponto mais baixo da mostra até agora: nota 2 em 5.
paulicéia desvirada
Consegui virar durante a virada! Eu e o Adriano andamos pra todos os cantos do centro conferindo vários naipes de acontecimentos durante a Virada Cultural 2007. Balpe de Rapel;Cauby Peixoto; Serguei; Golpe de Estado e Psytrance estavam entre os melhores momentos.
Agora preciso organizar tudo na minha cabeça os eventos e o material colhido pra soltar no Overmundo.
Antes que perguntem: Sim, eu vi parte da confusão. Mas não participei de nada. Apenas corri de uma galera no São Bento e quase tive minha câmera levada por policiais no Anhangabaú. Infelizmente não tenho foto ou vídeo de nada carnudo para postar ou encaminhar à imprensa. Mas tudo deu certo, editei um clipe que em breve irei colocar no ar também.
the director
Agora é oficial! Tenho dois curtas no meu currículo! E mandei ambos para o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá e o Festival de Curtas de BH. Agora é esperar pra ver se algum deles é selecionado para exibição, são meio estranhos e bobos, mas já vi tanta coisa besta em festivais que acho que existe uma chance.
Tudo graças à Mi que ficou me lembrando do festival de BH até eu terminar de editar e mandar.
motherfucker
Minhas impressões do Claro
Pra quem já foi no TIM festival (o de verdade, aquele no jockey club) não há como deixar de fazer uma comparação. Não falo isso para me gabar, ou porque sou cliente TIM, mas porque é a pura verdade. E em termos de organização a TIM vence.
Nada mais conveniente e bucólico do que poder estacionar o carro ou entrar de táxi dentro do local onde vai ser o show, um local limpo, bonito, bem iluminado e sinalizado. Se você não tem carro e não quer torrar em táxi, chegar a pé e de ônibus também não tem nenhuma complicação. Hmm, e como é bom poder circular num lugar bem montado e cuidado.
Agora, a tal chácara do jockey é um puta dum buraco. Não acho justo ficar xingando um lugar só porque é longe, mas além de ser longe, é um buraco. Não apenas isso, o estacionamento era longe, escuro, com exceção de holofotes que te cegavam, com pivetes psicóticos que lambem espetos, sem sinalização e sequer sem asfalto. Me senti na viagem da 6ª série no mangue, com o diferencial que nela eu não tive que desatolar o carro em que estava (e ter que parar o trânsito pra conseguir ajuda de um funcionário que depois tirou sarro da minha cara).
Agora chega de pentelhar. Ok, não chega não, mais pra frente tem mais, vocês vão ver, mas também teve muita coisa boa. Falarei na ordem a partir do momento em que cheguei:
Nação Zumbi:
Ouvi de longe quando tava saindo do estacionamento pra ir pro festival.
Good Charlotte:
Ouvi enquanto mijava no posto de gasolina. E tive a felicidade de bloquear completamente dos meus ouvidos.
Fantomas:
Finalmente estava lá dentro. Não assisti, ouvi ao fundo pois fiquei tomando cerveja. Não formei opinião, não fui ver porque a Mi não queria e eu não fazia questão.
Flaming Lips:
Assisti de longe, vi ele chegando na bolha, mas não andando na galera. Achei ótimo, os covers foram excelente, especialmente quando rolou a letra animada de bohemian. Sofreram com alguns paus no som.
Iggy Pop:
O que eu poderia dizer que já não foi dito em todos os veículos da mídia? Não sei pois ainda não li os reviews. Mas foi fenomenal, tudo que eu imaginava e esperava. O cara é muito foda e os Stooges também, toda banda devia tê-los como exemplo de comportamento no palco. Fiquei no meio, à uns 25 metros do palco, junto do corredor central, que eu fiquei esperando o Iggy passar, ele até tentou, mas não deixaram. O momento antológico foi quando ele mandou os seguranças “be cool” e deixarem a galera ficar no palco, e emendou com “no fun”. Eu e a Mi ainda conhecemos um casal simpático do SUl mas não pegamos nem nome, uma pena. Se alguém que está lendo esse blog bateu papo com uma japinha e um cara que fez mágica com cigarro, se manifeste.
Sonic Youth:
Morno. O set foi pouco inspirado, com muita música introspectiva e poucos hits, e considerando o tempo curto de cada show, eles perderam tempo demais fazendo bobagens como tocar guitarra com a haste de violino, que você acha sensacional quando tem 16 anos, mas quando você está vendo uma banda do cacete no palco e esperando músicas que você conhece é uma droga. Não digo que tocaram mal, jamais, mas podiam ter sido mais legais. Fora que sofreram MUITO com o som, especialmente em Teenage Riot (que eu vi de longe, pois estava esperando….)
Nine Inch Nails:
Debulhante. Ele e Iggy fizeram a noite. Foi produzidíssimo, com uma iluminação fantástica, totalmente afinada à música. Trent Reznor é muito mais expressivo do que eu imaginava e é um grande showman. Os arranjos das músicas ficaram ótimos, e mesmo aqueles que eu já ouvira versões ao vivo receberam novo tratamento. O set foi excelente, sem reservas, gritei, pulei e cantei muito, na hora de Hurt até me arrepiei e acendi o isqueiro. Ele apenas sofreu do mesmo problema que todos, foi um show curto. E ficou devendo biz.
Rafa da MTV:
Vai tomar no cú muleque!
Eu podia falar muito mais, dar mais detalhes, mas isso fica pra um papo ao vivo.

foi tipo isso aí