Archive for the ‘família’ tag
roots, bloody roots
Finalmente dei início a um projeto que estava afim faz uns anos. A árvore genealógica da minha família. E garanto que será algo bastante complicado, e tenho que aproveitar os membros mais velhos enquanto eles ainda estão por aí e com memória.
Estou usando a WikiTree, um projeto WikiMedia que pretende fazer uma árvore, ou floresta, genealógica gigante da humanidade. O projeto ainda está nas fases iniciais, tem alguns engates técnicos e poucas entradas, Mafra, por exemplo, por enquanto eu coloquei todos.
Mas vale a pena contribuir e ir aumentando.
anjo gabriel
Essa coisa super bochechuda é o ilustre Gabriel, meu afilhado. Mais fotos dele e da ida expressa à BH no flickr!
E sim, toda a idéia de padrinho me subiu à cabeça. Mas qual seria a graça se eu não me empolgasse. Na minha humilde opinião, a hierarquia é a seguinte: Pais, Avós e depois Padrinhos. Sim, antes mesmo de primos, irmãos ou outros parentes de sangue.
Acho que escolher um Padrinho para seu filho não é um ato qualquer, e eu considerei o convite como um convite à fazer parte da família. E fiquei muito lisonjeado. O Bruno e a Cecília são ótimos e já tenho muito orgulho do Gabriel.
Espero ser um guia espiritual digno.
família mafra
Eu moro aqui.
Agora, além da Wikipedia, estou viciado no Google Earth, esperem só eu começar a combinar essas duas ferramentas fenomenais.
the return
Estou em São Paulo. Mas só até quinta de manhã, sem tempo pra fazer muita (ou qualquer coisa). Vim primordialmente pro show do Placebo, mas aproveitei pra ver a família, adiantar uns trabalhinhos paralelos e fazer coisas chatas como ir no dentista.
ilusão bélica
ilusão bélica
Sua mãe é uma juiza. Assim, ela tem dinheiro mais que suficiente para sustentar a família. E também tem direito a porte de arma, direito que ela exerce.
Ao mesmo tempo, ele não bate muito bem. Sempre foi um aluno problemático, já teve problemas por dever dinheiro a traficantes, e passou a noite na cadeia algumas vezes. Chegou até a passar algumas semanas fora de casa, nas ruas, pagando boquete em troca de comida e drogas.
Mas a mãe, negligente, sempre passava a mão em sua cabeça. E também, não dava muita atenção para onde estava a arma.
Hoje em dia, ele vive em casa, não faz nada da vida. Fica em casa, come muito, assiste TV e ocasionalmente sai para rever os amigos de outrora. Os de escola, não o aturam mais, e o evitam, interagem mais por pena do que por qualquer outro sentimento.
E tem aquela garota, que mora na mesma rua. Há muito tempo ele é apaixonado por ela, e uma vez, quando mais novos, chegou a ficar com ela. Mas ela seguiu em frente. Tornou-se outra pessoa, mais madura e mais segura de si. Hoje ela mal se lembra do episódio.
Ou não. Afinal, ele fez questão de lembrá-la. Passou a seguí-la quando esta ia pegar o ônibus para trabalhar, ligava na madrugada para falar obscenidades, tocava em sua campainha e saía correndo, entre outras atividades mais e menos vis.
Foi então que ela arrumou um namorado. Ele continuou seguindo-a, inclusive quando ela estava com o seu companheiro. O companheiro não sabia como lidar com a situação, sentia-se mal por não poder tomar uma atitude, não que ela exigisse uma da parte dele, mas mesmo assim, era uma situação que não agradava ninguém.
Foi então que ele decidiu tirar satisfações, foi à casa dela, tocou a campainha e dessa vez não fugiu. Quando o namorado abriu a porta, recebeu rispidez e ofensas. Logo a garota veio ao socorro dele. Mas foi recebida com um tapa na cara. Então o namorado decidiu agir em defesa da honra, e deu um soco no estômago dele.
Mas havia um motivo especial para o garoto estar confiante o suficiente para não fugir depois de tocar a campainha. E ele logo revelou o motivo, descarregando a arma de sua mãe no casal à sua frente.

