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malinha magalhães e marcelo pentelho

Terça-feira, Novembro 25th, 2008

Nunca gostei de Los Hermanos e muito menos do Marcelo Camelo. Olha a cara do sujeito:

Que merda.

Também não estou nem aí pra prodígio Mallu Magalhães e seu jeito de sonsa serelepe.

É bom finalmente ver as pessoas pararem de falar que eles são gênios da música. E sim um casal muito freak (pra dizer pouco). Saquem ela dando biziu o tempo todo:

rejeição, uma arte

Sexta-feira, Fevereiro 1st, 2008

Estive pensando nesse assunto recentemente. Sofri o meu punhado delas e distribui algumas migalhas também. Das mais recentes, direi com orgulho que encarei bem, só uma ou outra tiveram um toque amargo mas sei que o resultado final foi para a melhor pois não era nada extremamente valioso.

Em contrapartida, não posso medir o impacto de minhas migalhas. Seria muita presunção achar que causei ondas de choque irrefreáveis e muito derrotista acreditar que sequer serei lembrado (calorosamente, por favor!).

Rejeitar é uma arte. Que ninguém domina. Tendo dito isso, é sempre importante lembrar que existem valores relativos e absolutos na vida. E o que você pensa de si mesmo costuma ser absoluto. Por mais que os outros digam o quanto você é isso ou aquilo, em sua cabeça o que pesa mais sempre é o que você pensa de si mesmo; e com isso em mente acaba projetando esses valores aos outros (tanto os referentes à você quanto os referentes aos outros).

Todos gostamos de coisas diferentes, sejam livros, filmes, carros ou pessoas. E esse tipo de diferença ajuda a moldar personalidades e priorizar vontades, objetivos e necessidades. Essa coisa toda que acaba pesando bastante quando queremos passar tempo com uma pessoa. Não necessariamente buscamos os mais parecidos, nem aquela merda de “os opostos se atraem”; procuramos sempre aqueles que nos deixam mais a vontade para sermos nós mesmos; voltando à questão do valor absoluto – buscamos o conforto de expressar nossos valores absolutos sobre tudo.

Se você não se sente confortável para ser absoluto com alguém, pode apostar que o oposto é valido. O resultado será dois inrustidos.

Entretanto, alguns tem mais noção de seus absolutos do que outros e/ou percebem o absoluto alheio mais rápido, e assim querem pular fora mais rápido (homens são mestres nisso). E é aí que entra a arte da rejeição, e o problema de encará-la bem.

Ao invés de relativizar os absolutos, o rejeitado costuma interpretar a rejeição como um ataque direto à sua pessoa. Não considera a simples e inofensiva incompatibilidade e todos os tons de cinza que ela carrega. Enxerga apenas em preto e branco o grande não que acaba de levar. Assim absorve aquilo como uma crítica direta à sua pessoa, como se ela fosse uma pessoa ruim, tosca, mal-feita e que nunca ninguém vai querer.

Não é bem assim, é uma questão de falta de equilibrio. Ser rejeitado não significa que você é um lixo, significa que apenas não é a sua vez. É uma questão de preferência, não de utilidade. Alguém do nosso tamanho eventualmente chegará.

Por favor, não estou tentando simplificar a questão. Estou querendo apresentar uma interpretação possível, ao menos é assim que eu encaro de maneira geral. Claro que já conheci demônios de carne e osso que não valiam um aceno, e esses vão queimar no inferno; e são geralmente os mais sem noção. Cada um sabe de verdade o quanto vale, e nem todos podem pagar nosso preço.

OBS: Preciso começar a escrever auto-ajuda.
OBS²: Se você for aquela ruiva gostosa que eu chutei, esse texto não é pra você. Te chutei porque você é uma anta mesmo.

muito amor pra dar

Sábado, Dezembro 22nd, 2007

Sou um espectador da série Big Love da HBO. Para quem não sabe ela trata de uma família suburbana mórmon norte-americana, que seria típica não fosse o fato de ser composta por um homem, três mulheres e uma renca de filhos.

A poligamia é ilegal nos Estados-Unidos e não é reconhecida como uma prática pela Igreja de Jesus-Cristo dos Santos dos Últimos Dias (ao menos não mais). Entretanto é de fato praticada por alguns indivíduos e em algumas instituições duvidosas como a Igreja Fundamentalista de Jesus-Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Eu honestamente não estou nem aí se o meu vizinho pratica poligamia ou não. Muitos homens sonham em ter mais de uma mulher. Mas para ser bem honesto, só um louco pra tentar isso pra valer. Se eu já apanho para entender uma só, ou quase uma, imagine então duas ou mais. Claro que instituições reclusas e duvidosas como a supra-mencionada não têm a minha simpatia.

Mas o que me intriga nessa história toda é Hugh Hefner, o conhecido e simpático fundador do império Playboy. Assistindo ao programa Girls of The Playboy Mansion, logo vemos que ele é adepto do princípio, algo que ele pratica há muito – aliás, monogamia é a exceção para ele. Entretanto o comportamento dele é bastante (amplamente seria uma palavra forte demais) aceito, tanto que o programa é um de destaque no canal E!.

A hipocrisia (em potencial?) me chama a atenção. E o pior de tudo é que no caso de Big Love, cada uma das esposas do personagem principal é uma mulher formada, com seus defeitos e qualidades. Já no caso de Hef, são um trio das estereotípicas bimbos, cujas únicos atributos são cabelos loiros e corpo em forma.

Quando é só putaria, até pode, mas se você quer ter uma pegada religiosa na questão, aí não…

seagul screaming marry him, marry him!

Quinta-feira, Dezembro 6th, 2007

Se não entendeu o que Neil Gaiman escreveu no livro da garota, veja aqui.

citação amorosa

Quinta-feira, Agosto 31st, 2006

“It’s not that I have a bad memory. I just don’t care about other people.”

Penn Jillette