Archive for June, 2008
the girl effect
Mais uma boa do Pristina. Bonito e de alma limpa:
Não só o vídeo, como o site também é excelente:
presentes mafra
Meu aniversário está se aproximando. As comemorações se darão na sexta-feira 13, com detalhes a serem confirmados antes do anúncio oficial. Portanto fiquem de aguardo e reservem essa magnifica data.
Para aqueles que tem dinheiro sobrando, ou simplesmente me amam demais, segue aqui um modesto link com uma listinha de desejos. Assim, como nos moldes do meu antigo e tosco blog de presentes, há algumas sugestões específicas, mas dessa vez com links direto ao ponto. E sim, basicamente eu só quero saber de filme e video-game.
indy gets whipped
Há quase 20 fui em um dia friorento ao cinema com meu pai e minha irmã mais velha assistir a Indiana Jones e a Última Cruzada. Depois da seção no extinto Cine Chaplin (na Av. Sto. Amaro) fomos para casa tomar um choconhaque.
Acabo de voltar de uma seção de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. Algumas horas antes minha irmã mais nova havia ido com minha mãe (provavelmente por inveja de ser excluída do programa), e a mais velha ficou trabalhando – afinal, alguém precisa ganhar dinheiro nessa casa. Antes da seção, um choppinho. Trocando Chaplin pelo Kinoplex; ao qual nunca havia ido – só chegando lá me lembrei que tem THX, boa escolha, ou assim pensei.
Assim como as vinhetas da Dolby, a do THX está toda arranhada e precisa ser renovada. Pra mim era nova e divertida, mas quem vai muito ao Kinoplex deve sofrer. Já o filme, bem, é mezzo mezzo.
Por muito tempo O Templo da Perdição era em minha memória o preferido. Depois de rever uma vez, comecei a ficar na dúvida. E antes de ir ao filme agora revi os outros (sendo Cruzada uma cortesia da Temperatura Máxima regada à SAP). E de fato, Templo fica pau a pau com Caveira, difícil saber qual o mais bobo. Não que Caveira seja um desperdício. Mas não é indispensável. Há boas idéias na trama, como o uso dos russos (apesar de Cate Blanchet parecer uma boneca que fala esquisito); a paranóia anti-comunista na dose certa (traçando sutis paralelos com a paranóia anti-terrorista atual – parece que Lucas aprendeu depois de Sith, ou foi corrigido por David Koepp). A seqüência inicial já puxando o link com o primeiro filme foi feliz, mas já entregou a natureza da Caveira. Um pouco mais de suspense sobre o passado da caveira teria sido interessante – Indy demora muito mais para entender do que se trata do que o público. Apreciei a origem da caveira, e é algo que funciona bem no filme; só fico com o pé atrás em quem pensa que esse tipo de coisa aconteceu no mundo real, me faz questionar se há vida inteligente na Terra. Em termos negativos há os exageros. A “cena da geladeira” é completamente desnecessária, embora engracadinha inicialmente e com um desfecho bombástico. Diversas seqüências sem importância podiam ter sido cortadas ou simplificadas, e há algumas falas completamente perdidas que não fazem sentido algum. E o final, apesar de ter uma ligação narrativa com de outros filmes de Indy, é também exagerado, nova era e um pouco ingênuo. Faltou a acidez que havia em Caçadores da Arca Perdida
.
A trama familiar tem um potencial enorme que é desperdiçado. Ao contrário de Cruzada, onde até o final temos um bom humor apimentado, mesmo com coisas mela-cueca. Aqui a pimentinha fica só no começo e vai ficando cada vez mais mela-cueca. Até descambar para um Indy totalmente whipped.
