Archive for July, 2006
counting backwards
Está um pouco atrasado, mas acho que ainda vale a pena postar:
Counting Backwards – The Velvet Teen
maybe tomorrow marks the end
of this painful phase we’re in
maybe the sunrise shows the way for us
maybe the stars that fill your eyes
are the stars that have been
leading me my whole life
just to end up with you
but when you get too close
i run and hide
close your eyes, count backwards
i don’t give up
without a fight
here i come, i’ll find you
and love, i’m yours
if you’ll turn me out
when you need me, i’ll be there
we hide and seek, but always leave
hand in hand
maybe this chapter marks the start
of no more broken hearts
maybe the letters all spell out happiness
maybe the words aren’t always kind,
but they’re never meant
to make you feel alone,
just to stand up to you
and i’ll carry you
if you promise to carry me
we’ll carry we
it’s a simple thing
you and me
you and me
paradoxxx
Um koreano expansivo e um carioca retraído. Sim, esses paradoxos existem, e eu convivo com eles.
Um deles me angustia.
MacBook Grill
Esses aparelhos multifuncionais estão ficando cada dia mais audazes e práticos. Na minha futura casa não preciso comprar um computador E um George Foreman Grill, é só fechar a tela.
desire!
“The desire of the man is for the woman, but the desire of the woman is for the desire of the man.”
Madame de Stael
A que veio antes doeu.
guerra no asfalto
Uma faixa “preferencial”. É assim que procuram apaziguar a guerra no trânsito de São Paulo. Isso mostra a total falta de conexão com a realidade que o poder público tem. E é de fato uma guerra, de um lado motoqueiros, que aumentam em número a cada dia, muitos deles trabalhando sem qualquer segurança trabalhista ou física, se enchendo de rancor e nesse sentido se unindo cada vez mais contra o outro lado, os motoristas, que se acham os donos da rua (a maioria de uma maneira ou de outra utiliza hipocritamente serviços de motoboys).
O problema, como sempre, é educação e fiscalização. Uma regulamentação mais rígida para motoristas e motociclistas profissionais, embasada com o devido treinamento e fiscalização ajudariam em muito a resolver essa situação desagradabilíssima onde ninguém sai ganhando.
Enquanto aqueles os profissionais do trânsito não derem o devido exemplo, ninguém irá respeitar absolutamente nada. Eu como ciclista veicular tenho todos os dias algum tipo de experiência desagradável que resulta do puro e simples desrespeito por parte dos motoristas, e digo sem pestanejar que a maioria desses respespeitosos são motoristas de táxi ou de ônibus. E como ciclista não tenho o menor desejo de ciclovias, não vejo como segregar os veículos em áreas restritas irá ajudar um trânsito já afogado e soterrado, eu desejo respeito.
Há uma questão de física. Tenho a consciência de que se eu sofrer algum tipo de acidente, eu levarei a pior da situação, e portanto ando equipado e faço tudo dentro da lei, pois quero no mínimo ter a razão.
E nesta situação em que nos encontramos, ninguém a tem, motoristas, motociclistas ou poder público. Todos querem encontrar a solução que mais os favoreça e não que resulte em um bem coletivo.
