Archive for March, 2006
complexo de tyler durden
“Quanto você pode saber sobre si mesmo se nunca esteve numa luta?”
Eu não saberia dizer. Pois nunca me envolvi numa briga. Já estive em meio de confusões e participeis de pequenas disputas de poder, também troquei uns sopapos inofensivos com colegas de escola, o beça que o diga.
Pois bem, nunca tive tanta vontade de entrar numa briga quanto agora. Sou pacífico e esquelético, mas entendo o valor de uma boa briga. E sei que essa seria uma luta tola e meio sem propósito, mas o desprezo se mistura com a raiva e a vontade de defender a honra.
A irônia da situação me diverte.
Meu amigo palm
Estou postando do meu novo brinquedinho, um palm TX. Te falar que postar com Graffiti não é fácil, ainda mais sem saber os acentos. Sem falar que a conexão tá caindo direto. Agora vou almocar.
palestra
Se quisesse a opinião de porco, ia discursar no chiqueiro!
get behind me satan
chega mais, satanás
meu amigo playstation
Depois da Mi, que é minha namorada e portanto, au concour, meu melhor amigo chama-se PlayStation 2. Mesmo com ela morando longe, é a pessoa com quem mais interajo, converso e me divirto, e depois dela, vem o PS2 (com o qual obviamente não converso, apenas xingo esporadicamente).
Antes de julgarem-me, não pensem que troquei meus amigos pelo PS2, eu fiquei sem o anterior antes de adquirir o posterior.
Em BH tenho alguns grupos de amigos, mais notadamente dois: Os Canastras e o Pendragon. Duas pontas em uma linha do tempo de 10 anos. Uma linha com altos e baixos, participações especiais e protagonistas diversos, mas uma linha sem qualquer falha.
Quando voltei a morar em São Paulo, continuei com inúmeros amigos mineiros. Em contrapartida, em SP passei um longo inverno, digno de Nárnia, sem rumo fraternal. Tinha conhecidos com os quais interagia espóradicamente, e um colégio inteiro que me ignorava completamente.
Batalhei mas conseguiu arrebatar algumas amizades muito boas, e um grupo à moda mineira até surgiu. Não tinha nome, mas chamarei aqui de Daltonettes. Mas o tempo passou e o grupo se dissolveu, eu arrumei dois namoros e parei de investir o quanto deveria nas supramencionadas amizades.
Ainda tenho sim um grupo de pessoas que gosto muito e encontro bastante. Mas eles estão englobadas por um grupo maior com o qual falo pouco e encontro menos ainda, e sinto falta. Não por uma razão maior do que simplesmente me fazerem boa companhia.
Assim, perco os filmes que entram em cartaz, pois não quero ser o chato que liga sempre, mais uma vez retrocedendo aos 17 anos, e alimento uma tola esperança de que irão me ligar. Puxa, mal consigo lembrar da última vez que me ligaram para um programa, ou quando fui numa balada. Não gosto de ir ao cinema sozinho, logo, fico em casa jogando Grand Turismo.