Sábado, Março 27th, 2004
capturing the friedmans
Fui ver esse filme na sexta com a Myiuki e a bb_keywords = "rj"; bb_bid = "497"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";
arte, blog, crime, família, física, filme, mostra, mundo, rj, sexo, sonho, sp, tv, uk, usa, vida" />
capturing the friedmans
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dog on wheels
Depois de uns dois meses que eu estava morando em BH, meus pais compraram um cachorro pra família (mas creio que pensando mais em mim e na Elisa), um Yorkshire batizado de Scooby-Doo. Lembro que no começo ele teve uns problemas de saúde, tipo um intestino torcido e tudo mais, foi bem estressante, mas acabou se resolvendo sem grandes seqüelas.
Ele não era o típico York. Era maior que seus primos re raça, tinha as orelhas caídas e tinha o rabo. Mas pra compensar, era irritadiço e sempre era confundido com fêmea pq usava lacinho. Ele era pura diversão. Eu adorava brincar com ele, deixá-lo do meu lado quando tava no computador e tudo mais. Também gostava de ficar provocando o bicho com bichinhos de pelúcia e com um espelho da Branca de Neve que a Elisa tinha; ele fica emputecido, era muito engraçado. Lembro também que pra mantê-lo na área de serviço a gente usava uma barreira de garrafas de Coca-Cola, pq ele tinha medo delas (mas dependendo da situação, pulava a barreira)
Ele era daqueles cachorros de apartamento mesmo, que não se dava bem com outros cachorros. Lembro quando ele foi pra Fazenda, logo que desceu do carro todos os cachorros lá ficaram latindo pra ele, e ele se esparramou e grudou no chão de medo. Mais à noite eu estava com meu pai e meu avô conversando em um banco, com ele sentado embaixo; quando um dos cachorros da fazenda se aproximou ele rosnou insanamente. Depois ele foi pra praia em Juquehy e achamos um Siri andando pela casa, tentamos fazer um combate, mas não deu certo. Nas mesmas férias ele também foi na chácara do Tio Ricardo em Rib. Preto e lá rolou um duelo de titãs entre ele e o Porrinha, um pintcher que comandava os dois vira-latas do pedaço. O porrinha ficou sem um pedaço do nariz e o Scooby sem um pedaço da boca. Quem saiu vencedor ainda é assunto de discussão na família.
No dia da mudança para São Paulo, nunca o vi tão estressado. Ele ficava dentro da casinha e sempre que alguém encostava nela (o que acontecia direto) ele rosnava absurdamente. Pra piorar, o apartamento aqui é menor que o de BH era, e ele nunca se adaptou muito bem. Quando a Carol veio morar com a gente de novo, aí o espaço realmente estava ficando proibitivo, ele estava cada dia mais estressado. Foi então no Natal seguinte que o demos para os avós dos meus primos, Vó Nininha e Vô Tenente; a gente tinha levado o cachorro na viagem e os dois o amaram, como ele não tava mais muito feliz em nossa casa, minha mãe resolveu dar, no começo fui contra, mas com o tempo percebi que foi bom.
Desde então eu o visitei apenas duas ou três vezes, e ele me reconheceu e adorou que eu estava lá. Passei e brinquei com ele. Com certeza o visual dele melhorou, usava dois elásticos ao invés do lacinho, me lembrava o Qui-Gon Jinn do Star Wats. Na casa do Vô e da Vó ele era o rei, fazia o que queria, dormia na cama e comia de tudo, inclusive muita comida humana. No último Natal me disseram que estavam tentando cortas as asinhas dele, e inclusive dando uns remédios, e que ele tava ficando muito temperamental e ruinzinho.
Eu falo dele no passado porque Scooby-Doo Mafra morreu semana passada.
twist ‘n’ shout
A Festa do Peão de Tabuleiro foi bem massa. Tinha vários jogos, a esmagadora maioria importados e muito da alemanha (com instruções em ingles junto, ainda bem). Pena que por culpa do aniversário do Muzza num deu tempo de jogar muita coisa, fomos só eu, a fotolog assim que aquela meleca parar com cú doce. Quando a gente ia jogar o cardgame do GROO (exatamente, o personagem do Aragonés) que parecia ser bem engraçado, a gente precisou ir embora pq a Michelle tinha que comprar sapato pra usar no Atari já que o dela tava totalmente encharcado.
O Atari foi bem normalzinho. Nunca tinha ido, mas não vi nada demais. A Discotecagem tava legal até certo ponto, mas achei a banda um cú. Pra completar o Racha perdeu a comanda e avisou os caras (então foi extorquido e pagou 90 paus!); na hora de sair eu paguei normal e entreguei o papelzinho pro segurança na porta. Tava td mundo lá fora menos eu e o bb_keywords = "rj"; bb_bid = "497"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";
we are the robots
De duas uma:
- Ou isso é demais [se for real]
- Ou é extrema falta do que fazer [se for mentira]

Recebi o link pra esse site pelo e-mail e fiquei com a pulga atrás da orelha. Aparentemente um cara está construindo um robo bípede a partir de um Mini Cooper (não parece ser um transformer efetivo, que muda sua forma de um pro outro; mas simplesmente um robo feito a partir de um carro).
No site (simpléeeeeeesimo) tem uns rascunhos, algum texto, essa foto e uns 12 vídeos de testes e uns depoimentos do carinha que está construindo. O video mais impressionante com certeza é esse(mas não vi todos).
A pergunta que fica é a famosa: É real? Não sei! Pode muito bem ser algo feito no computador pra enganar bobo (ainda mais se vc comparar os movimentos desajeitados e lerdos dos robos da Honda de um metro e meio comparados com a agilidade absurda desse mamute de 3 metros). Seria mto loco mesmo se fosse real. Não que eu ache errado montar algo do tipo no computador, mas acho besteira tentar se passar por real.