Archive for August, 2003
may it be
Pois é, muitos já devem saber que a HBO vai passar A Sociedade do Anel a partir desse mês. O que outros tantos provavelmente não sabem é: Será a versão extendida da fantástica película! Ao menos é o que o guia deixa a crer, já que indica uma duração de 208min, que é a duração oficial apenas da versão extendida (a versão normal tem 178min.
Eu já conferi a versão extendida e garanto que é muito legal, e quem quiser conferir eu convido à que venha aqui em casa no dia 30, já que eu tenho HBO. Se alguém estiver mesmo afim fala comigo que a gente faz acontecer.

e tem mais momentos galadriel nessa versão
money
Hoje fui acordado pela minha mãe para atender à uma ligação da minha irmã Carol, o assunto era: free-lance. Resultado: Desde hoje de manhã até sexta-feira vou ficar trabalhando na RappDigital, a empresa onde ela trabalha fazendo um serviço pros caras. Minha sorte é que uma free-lancer trouxa pisou na bola com os caras e não entregou nada à tempo.
Vou ganhar uma graninha legal e muito bem-vinda. Espero que outros serviços do tipo rolem.
love with the 3 of us
Terça-feira será a partir de agora meu dia dedicado à Zona Oeste. De manhã eu tenho estágio no Sta. Cruz na aula de artes da 7ª Série. Depois vou pra USP onde bato uma chepa e vou até a ECA assistir a uma disciplina da Pós como ouvinte. Depois enrolo na biblio e volto pro Sta. Cruz fazer estágio no Supletivo pra 1º Colegial.
E pra explicar: Não ganho um puto com esses estágios no Sta. Cruz; eu simplesmente fico lá observando a aula (mas a Sônia, dona da aula em que estagio, é bem legal e me deixa dar palpites) e tenho que registrar tudo numa burocracia bizarra. Se eu não preencher um número determinado de horas de estágio eu não posso completar o curso.
E na ECA, eu sou aluno ouvinte, o que significa que eu não tenho nenhum vínculo oficial com a instituição, é um acordo informal com o professor. No caso é o Waldmorio Vergueiro, que conheci numa palestra sobre sexo & HQ que ele deu no SENAC mês passado. Ele também é gente fina e quer que eu participe normalmente da matéria, como se fosse um aluno mesmo. Já tenho que fazer umas pesquisas ai e tem todo um cronograma a ser seguido. O nome da matéria é “Quadrinhos, Informação, Comunicação e Educação”. Eu curti bastante a aula de apresentação e os meus colegas, que são variados e nem todos são fanáticos por quadrinhos. Acho que vou poder pegar muita coisa boa nessa aula e inclusive aproveitar pra adiantar alguma pesquisa sobre minha tese pra quando eu começar o mestrado.
Ainda falando de Quadrinhos, na sexta passada a Adriana me mostrou os desenhos pro primeiro roteiro que eu passei pra ela fazer. Vou mostrar aqui só um tequinho dos desenho (na verdade é um tequinho de um estudo de personagem que ela tinha mostrado faz tempo)


Moi ce que j’aime
c’est faire l’amour
spécialment à trois
xanadu
Eu sei que tenho estado meio ausente do Blog. Mas é que eu simplesmente não estava me sentindo muito afim de escrever coisas aqui. Até tem alguns assuntos sobre os quais gostaria de ter deixado o registro, mas a vontade só vinha quando estava longe de casa (viva Murphy!). Mas não se sintam rejeitados.
Para compensar, vou fazer um post sobre a experiência trasheira de ontem.
Foi, obviamente, excelente. Foi a segunda fez que fui na Trash e levei um bando de amigos inversados nesse estilo de vida noturno. Todos me pareceram tão satisfeitos como eu.
Uma pausa pra dizer algo sobre eu e baladas: No geral pode-se dizer que não curto muito baladas. Eu não sou exatamente um amante latino e não saio pela noite paulistana apavorando as minas pra no dia seguinte meu pai dar um soquinho no meu queixo e dizer “ae, campeão!”. E não gosto de me acotovelar em lugares lotados com bebidas caras e com música deplorável (especialmente aquelas dance-music com caras falando frases idiotas em italiano – meu deus, o que é aquilo?!). Entretanto eu adoro reunir um grupo de amigos e ficar dando risada. E sou feito do mais puro RoKk. Então eu gosto de ir em umas baladinhas de gente que se acha foda por gostar de bandas islandesas. E eu adoro dar risadas.
E a trash é uma grande piada!
Se alguém leva a sério aquilo lá, deve apanhar. Trash é pra relembrar, fazer dancinhas coreografadas e trenzinho (ao som do Trem da Alegria, claro!). É pra você se sentir numa festa de fim de ano da 7ª série; não só pelas músicas que estão tocando (como Right Said Fred); mas também porquê todos ali estão tão na brincadeira como você, e parece que são seus colegas de turma, e não absolutos estranhos. São pessoas que agarram sua cintura e entram no trenzinho que você iniciou. (detalhe, no meio da coisa, pensei que minha jaqueta tinha caido e abaixei pra olhar, bati o nariz na cabeça da Debbie, e ele está doendo até agora).
A debbie ainda levou uma sacolinha com lebrancinhas (sem o ‘m’ mesmo), muito legal. Tentamos ser vendedores de dip’n'lik; mas num deu muito certo, a bárbara só vendeu pra uma menina, mas pelo menos lucrou bastante. Passei 95% do tempo dançando igual um débil mental, inventando coreografias e as ensinando pra bárbara, pra michelle e pra debbie.
Agora estou tentando pegar o máximo de músicas divertidas que tocam na trash pra poder sacar as letras e elaborar complexas coreografias e apavorar geral. Eu quero ser uma pessoa nobre e ganhar pulseirinha pra poder subir no palquinho e me exibir e depois jogar dip’n'liks para as massas em frênesi aos meus pés!
Um dos momentos mais engraçados foi justamente quando eles estavam passando o filme Xanadu e em dado instante o DJ simplesmente apontou para o telão com uma expressão de “contemplem”; e foi quando notei que a música que estava rolando era a que estava rolando no filme. Eu podia ler as legendas em português, traduzí-las pro inglês mentalmente e cantar junto. DEMAIS.
Eu tive o cuidado de pesquisar sobre esse filme fantástico (que tem Gene Kelly no elenco!) e descobri que foi após assistir a ele (numa seção dupla com um filme do Village People por 99 cents) que John Wilson teve a idéia para o prêmio “framboesa de ouro” (pra quem não sabe, premia os piores da industria cinematográfica) e o primeiro pior diretor foi Robert Greenwald; diretor dessa bagaça.

o que você esperaria de um filme sobre uma musa que inspira um cara a construir uma roller disco?
Trash é o lugar para se estar. Quero ir lá mais vezes, vestindo sempre a mesma roupa [fotos dessa excursão trasheira serão postadas assim que eu as receber da michelle]
Continuando no mesmo espírito fui hoje ao Gemini. Que cinema decadente. Cruzes! Pelo menos a projeção estava boa e o filme projetado ainda melhor: EXTERMÍNIO. Assistam, pessoas.

isso sim é Resident Evil. De alta qualidade cinematográfica e ainda com uma bela trilha sonora
24 hour party people
Eu mencionei no blog do gustavo que iria dedicar um post especulativo à fabulosa série 24, da FOX. Pois bem, chegou a hora. E fiquem ligados no final do post para informações bombásticas.
Obviamente acho que Kate Warner e Jack Bauer serão mais do que amigos na próxima temporada da série.
Kim Bauer não necessariamente será uma agente da CTU, mas poderá trabalhar lá. Reparem a quantidade de pessoas novinhas trabalhando lá, especialmente a galerinha que fica lidando com informações no computador. Colocar ela dentro da agência é uma excelente maneira de integrá-la à trama principal da série sem enrolar com Pumas ou fazer de toda temporada uma vingança contra Bauer.
Espero o retorno de Lynne Kresge (de preferência como assistente do presidente, no lugar do Mike Novick) assim como de Kate Warner (no papel já citado de gata da série e interesse do coração de Bauer).
Gostaria muito que a Nina voltasse na próxima temporada também porque ela é muito gata e uma vilã excelente.
E estou torcendo pelo romance Michelle Dessler/Tony Almeida [que se mostrou um cara muito legal nessa temporada, virei fã].
O que sabemos com certeza? Dois novos agentes na CTU (sendo um deles parceiro de Jack) nos serão apresentados e o novo dia do capeta será cerca de 3 anos depois do segundo.
E agora para o mais importante: Mandy. Pois é macacada, aposto que todos se esqueceram dela, mas eu não! Mas quem sabe mostrando uma foto vocês irão ter a memória (e os olhos) refrescados:

ela parece um pouco com a Mariana Frost
Lembraram? Caso contrário, outra dica: Ela apertou a mão do presidente no final da segunda temporada. Mas o que vocês não devem lembrar é: Ela explodiu o 747 no começo da primeira temporada! Exatamente! E depois pulou de pára-quedas. E a conexão entre as temporadas não termina aí. Também no começo da primeira, sabemos que o presidente (então senador) Palmer, tem uma conversa com uma tal Maureen Kingsley; teria ela algum laço com o malvadão Peter Kingsley da segunda temporada?
Então rapaziada, estou achando que o buraco é mais embaixo….
OBS:Marcos, acho que está mais que na hora de você parar de enrolar e assistir seus DVDs da primeira temporada (comigo junto, de preferência) e tirar essas conexões (e possivelmente outras) à limpo.